Adeus a Piffer

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Adeus a Piffer

Nesse final de semana, Deus tirou um grande amigo e companheiro de nosso conv√≠vio, Santo Piffer. Entre suas in√ļmeras realiza√ß√Ķes ao longo da vida, foi tamb√©m vereador na mesma gest√£o em que fui prefeito de Araraquara (1993-1996). Sou testemunha de seu esp√≠rito p√ļblico, compromisso com o desenvolvimento do munic√≠pio e o bem estar da popula√ß√£o. Meus sentimentos aos amigos e familiares; que Deus nos conforte. Disse o deputado estadual Roberto Massafera.

Gilmar ‚ÄėSolta‚Äô Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu habeas corpus a mais um doleiro investigado na opera√ß√£o “C√Ęmbio, Desligo”, da Pol√≠cia Federal. Na √ļltima sexta-feira (22), o beneficiado foi Marcelo Rzezinski.

Antes, em 5 de junho, ele já havia libertado Antonio Claudio Albernaz. Um dia antes, foi a vez de Rony Hamoui, Paulo Sérgio Vaz de Arruda, Athos Roberto Albernaz Cordeiro e Oswaldo Prado Sanches deixarem a prisão.

Delatores

O Minist√©rio P√ļblico Federal denunciou o ex-procurador Marcello Miller, os delatores da JBS Joesley Batista e Francisco de Assis, e a advogada Esther Flesch sob acusa√ß√£o de corrup√ß√£o.

A den√ļncia, apresentada nessa segunda-feira (25), afirma que Joesley e Francisco ofereceram vantagens indevidas a Miller, se aproveitando da condi√ß√£o dele de membro auxiliar do grupo de trabalho da Lava Jato, para conseguir um bom acordo de colabora√ß√£o premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da Rep√ļblica), envolvendo imunidade para se livrar dos crimes que cometeram.

A pe√ßa de acusa√ß√£o sustenta que uma fatura de R$ 700 mil emitida por um escrit√≥rio de advocacia contratado pela JBS mostra que, ilicitamente, o ex-procurador receberia pelas horas trabalhadas para os delatores quando ainda estava no Minist√©rio P√ļblico.

O santo

O advogado do ex-presidente Luiz In√°cio Lula da Silva, Cristiano Zanin, disse¬†ontem (25) √† c√ļpula do PT que o petista quer demonstrar inoc√™ncia plena √† Justi√ßa.

A mensagem, transmitida em videoconferência à reunião do conselho político do partido, foi interpretada como mais um sinal de que o ex-presidente descarta a ideia de prisão domiciliar.

Segundo petistas, o ex-presidente deseja manter um caráter de provisoriedade à sua prisão. Por isso, prefere permanecer na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, até o julgamento do mérito no STF (Supremo Tribunal Federal).