Mundo Digital: Instagram e Facebook podem se unir na distribuição de vídeos do IGTV

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Após a saída dos fundadores do Instagram, o Facebook trabalha para integrar o aplicativo de compartilhamento de fotos com sua principal rede social. Depois de adicionar seu nome de marca, ele já planeja tornar a comunicação mais unida nos produtos de mensagens das duas plataformas.

Segundo a engenheira Jane Manchun Wong, a empresa está criando um sistema de distribuição de vídeos IGTV para o Facebook Watch, o site de vídeos do Facebook. Ela conta que o Instagram desenvolveu um recurso que permitiria a publicação desse conteúdo como prévia e, posteriormente, em versão completa no Facebook e no Watch. Jane diz que ele ainda é um protótipo, já que seu botões não são funcionais.

Essa ação pode levar mais criadores de vídeos a usarem o IGTV, pois isso pode tornar a distribuição de seus conteúdos mais ampla. Jane descobriu, ainda, que os vídeos também podem fazer parte de uma série em andamento.

Isso, segundo o TechCrunch, pode ajudar o IGTV — um recurso que ainda não decolou como plataforma de vídeo independente. O objetivo é envolver os usuários do Instagram com conteúdo de vídeo por mais tempo, tanto no próprio app quanto em um aplicativo IGTV separado. “O IGTV geralmente é preenchido com vídeos mal editados da web em vez de conteúdo feito especificamente para a plataforma”, ressalta.

O Instagram preferiu não comentar a possível distribuição de conteúdo do IGTV no Facebook e no Facebook Watch.

 

Como fazer o Google Go ler sites em voz alta

Ao utilizar o celular para navegar na internet, você com certeza deve passar algum tempo realizando a leitura de artigos. Apesar de ser uma tarefa cômoda, poderia ser interessante que todos os sites disponibilizassem uma função para ter o seu conteúdo lido em voz alta, assim como faz o Olhar Digital.

Felizmente, pensando em ajudar as pessoas a realizar esta tarefa, seja por comodidade ou até mesmo por uma questão necessidade, um aplicativo do Google ganhou um recurso para ler textos de páginas da internet em voz alta. A seguir, veja como usar o Google Go para fazer a leitura de sites em voz alta.

O que é o Google Go

Antes de prosseguir para o tutorial é importante dizer para o que serve o Google Go. Ele, como o seu próprio nome denuncia, é um aplicativo da Google, que serve para usar os serviços de seu buscador. Diferente do aplicativo padrão de buscas que vem no Android, o Google Go consome menos recursos e espaço, assim possui algumas funções diferentes em relação ao app tradicional.

Como usar o Google Go para ler sites em voz alta

O processo para utilizar o Google Go é bem simples e praticamente não requer nenhuma configuração extra ou que seja muito complicada. Veja:

Acesse a Google Play e realize o download do aplicativo Google Go. Caso você já tenha ele instalado, atualize-o para a sua última versão;

Ao abrir o aplicativo pela primeira vez, selecione uma conta para utilizar nele e, caso deseje, conceda a permissão de acesso a sua localização;

Procure por algum artigo, site ou utilize o discover e acesse a página desejada; Toque no ícone de “Play”

Quando um conteúdo está sendo executado em voz alta, você ainda terá o acesso a opções para acelerar a sua velocidade de reprodução e avançar ou retroceder para não perder nada dele. Inclusive, mesmo ao trocar de aplicativo, você poderá controlar a reprodução do conteúdo de sites pela barra de notificações do Android.

 

 

Apple flexibiliza assistências de terceiros em Iphones

A Apple vai facilitar que empresas independentes ofereçam serviços de reparo em iPhones. Ainda assim, não é qualquer um que poderá fornecer os serviços. Para isso, a oficina deve primeiro obter uma certificação da Apple, e só então passar a oferecer os reparos considerados “mais comuns” do iPhone, como problemas de bateria e defeitos de áudio e telas, tudo fora da garantia.

Já processos mais trabalhosos como reparos na placa mãe e danos causados por contato com água continuam sob responsabilidade da própria Apple. Peças, ferramentas, manuais de reparo, treinamentos profissionais e diagnósticos originais dos provedores de serviços autorizados da Apple (AASP) estarão à disposição dos fornecedores. Antes da mudança, era cobrada uma taxa para solicitar a certificação AASP. Mas, a partir de agora, a empresa não vai mais cobrar para aqueles que queiram obter o certificado. Outra vantagem é a liberdade das oficinas de definir o preço dos seus reparos.

O diretor de operações da Apple, Jeff Williams, disse que a decisão visa facilitar a vida de seus clientes ampliando os lugares onde podem conseguir reparos de qualidade em seus produtos, com a certificação adequada e peças originais.

“Para melhor atender às necessidades de nossos clientes, estamos facilitando que provedores independentes em todo os EUA utilizem os mesmos recursos que nossa rede de Provedores de Serviços Autorizados da Apple. Quando um reparo é necessário, o cliente deve ter confiança de que ele será feito corretamente. Acreditamos que o reparo mais seguro e confiável seja realizado por um técnico treinado, usando peças genuínas e que foram devidamente projetadas e rigorosamente testadas”, disse Jeff Williams.

Há algum tempo a Apple vem sofrendo críticas em relação a sua política restritiva de reparos de hardware. No ano passado, a empresa dificultou o reparo de seus computadores através de terceiros e chegou, inclusive, a processar um reparador norueguês por usar peças de reposição em seus aparelhos, mas perdeu o caso.