Pastor evangélico é acusado de abusar de duas meninas de 10 e 14 anos

Cunhada do suspeito relatou abuso sexual contra sua filha, de 10 anos, e também a filha adotiva dele, de 14 anos

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Um pastor evangélico, de 31 anos, foi acusado pela cunhada dele de ter abusado sexualmente de duas meninas de 10 e 14 anos, em uma casa localizada no bairro Jardim Roberto Selmi Dei. A mulher, de 33 anos, compareceu à Delegacia de Plantão na noite desse sábado (17), onde elaborou um Boletim de Ocorrência por estupro de vulnerável. Ela alegou que, na semana passada em uma festa da família, a filha adotiva do acusado, de 14 anos, revelou que vinha sofrendo abuso sexual.

A tia, que é mãe de uma menina de 10 anos, questionou a filha, que todos os finais de semana deixava a sua residência no Jardim São Rafael e seguia para a casa do pastor, que é seu tio, para brincar com a prima, de 14 anos, e soube que lá aconteciam também brincadeiras com ela e o tio. A adolescente teria revelado ainda que as brincadeiras aconteciam no chão da sala e também no interior de um dos quartos, com ela e também com a prima, filha adotiva do pastor.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, em um dos abusos, o pastor teria ido ensinar sua filha adotiva a andar de moto, quando se aproveitou para passar a mão nos seios, pernas e vagina da menina. Em outra ocasião, ele teria pedido para que ela se deitasse ao seu lado no chão da sala para assistir televisão e teria começado a lhe morder as orelhas e passar a mão pelo seu corpo. Na terceira tentativa, o acusado brincava com a filha adotiva de ‘lutinha’, e teria tentado por várias vezes levá-la para o quarto.

A garota, de 10 anos, revelou para sua mãe que há cerca de dois meses, brincado na casa da prima, o pastor também cometeu abuso sexual com ela, deixando a menina traumatizada e, desde então, a garota não foi mais na casa do tio.

Ainda de acordo com o B.O., o Conselho Tutelar vem acompanhando o caso que deve ser investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A garota, de 14 anos, está sob a tutela de parentes. O pastor segue em liberdade.