Rússia apaga incêndios florestais com métodos e patentes de cientista brasileiro

Em 1940, o cientista brasileiro Dr. Frederico De Marco foi o primeiro no mundo a provocar as Chuvas Artificiais usando foguetes carregados de Iodeto de Prata

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Ronesier Corrêa/Colaboração

Enquanto a Amazônia e o Pantanal ardem em chamas, e milhares de espécies de animais (desde insetos até mamíferos e pássaros em extinção) morrem queimados ou de fome, em 2019 o presidente dos EUA, Donald Trump, ofereceu ajuda ao presidente Wladimir Putin para combater a epidemia de incêndios florestais que aplacava a Sibéria. Em 2019 a Rússia enfrentou uma das piores temporadas de incêndios dos últimos anos, com mais de 12.000 milhas quadradas em chamas no final de julho. O sol ficou vermelho de fumaça em algumas cidades, e níveis perigosos de poluição do ar foram relatados em Chelyabinsk, Tomsk e Novosibirsk.

O presidente Trump disse a Putin em um telefonema no dia 31/07/19, que os Estados Unidos estavam prontos para ajudar a Rússia no combate aos incêndios florestais, segundo o Kremlin. Embora Putin apenas tenha dito que manteria isso em mente, ele considerou a oferta como um sinal de que as relações bilaterais poderiam ser melhoradas. Um turbo hélice Antonov An-26 voou para a região norte de Irkutsk no dia 01/08/19 para disparar conchas explosivas de iodeto de prata em “nuvens adequadas para operações de indução de chuva artificial”, disse a brigada aérea estadual russa de conservação florestal. Os incêndios em três distritos estavam localizados sob nuvens carregadas de chuva, disse a agência. Após o reabastecimento, o avião voou para a região de Krasnoyarsk para semear nuvens sobre incêndios em um distrito de lá. As Conchas de Iodeto de Prata foram disparadas em cerca de 100 incêndios desde o início de julho de 2019, resultando em chuvas médias e fortes em duas de cada três tentativas, afirmou a brigada.

A semeadura de nuvens já é usada há décadas nos Estados Unidos e em outros países para tentar aumentar a queda de neve em estações de esqui ou prevenir a chuva durante eventos como as Olimpíadas de Pequim em 2008, e na final da Copa do Mundo em Moscou, em 2018. Durante a Guerra do Vietnã, os Estados Unidos semearam nuvens sobre a trilha de Ho Chi Minh com o objetivo de “fazer a lama, não a guerra” e prolongar a temporada de monções, e obteve sucesso. O Método também é utilizado para reposição de reservatórios de água nestes países.

O mais surpreendente é que todo este Método e Patentes são do cientista brasileiro Dr. Frederico De Marco, reconhecido em 1940 pela Comunidade Científica Internacional como o primeiro no mundo a provocar as Chuvas Artificiais usando foguetes carregados de Iodeto de Prata, que explodiam nas nuvens, e também com um avião teco-teco despejando o material,sob o testemunho de milhares de pessoas (entre cientistas, jornalistas, militares e populares) no Brasil e em outros países. No entanto, se pesquisarmos em artigos dos EUA, Rússia e China, que utilizam o Método como dezenas de outros países, os méritos da invenção são dados ao cientista norte-americano Bernard Vonnegut, dizendo que ele inventou as chuvas artificiais em 1947.

Enfim, se o Brasil respeitasse mais os seus cientistas, hoje em dia não precisaríamos da ajuda dos EUA, nem da Rússia e nem da China, nós mesmos poderíamos estar realizando os nossos próprios Métodos de combate aos gigantescos incêndios já previstos pelos especialistas para os próximos anos, e talvez nem teríamos perdido tanto das nossas florestas até 2020. Estas três potências mundiais nos deram uma lição: o patriotismo de uma nação deve começar pela sua ciência, e nisso fomos nós que os ajudamos!