Grupo São Francisco promove “Dia do Desejo” para paciente de Araraquara

Por meio do programa, Francisco Carlos Gatte, diagnosticado com ELA, recebeu uma camisa do Corinthians, vídeos de jogadores do clube e uma visita à casa de sua irmã

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Um dia de muita alegria e emoção! Foi assim o domingo (25) do paciente crônico Francisco Carlos Gatte, de 65 anos, de Araraquara, ao ter seus pedidos atendidos no “Dia do Desejo”, promovido pelo Grupo São Francisco, que faz parte do Sistema Hapvida.

Diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), Francisco possui limitações nos movimentos e na fala, mas mantém preservada sua parte cognitiva, vontades e desejos.

Durante o atendimento da equipe assistencial, que acompanha a rotina do paciente, ele falou sobre os amores da sua vida: a esposa Luzia Bino Gatte, filhos e netos; o Corinthians, seu time do coração; além do desejo de passear na casa da irmã, Aparecida de Fátima Gatte Picchi, para um pequeno encontro de família.

Diante desta manifestação e respeitando as possibilidades, condições de segurança e bem-estar do paciente, a equipe técnica do São Francisco conseguiu realizar as vontades de Gatte por meio do “Dia do Desejo”, um programa do grupo que tem como finalidade a realização de um simples desejo de um paciente crônico por mês.

Assim, no último domingo (25), Gatte visitou a casa da irmã, acompanhado de sua esposa, filhos e outros familiares, onde ganhou uma camisa do Corinthians, além de vídeos com mensagens carinhosas dos jogadores do clube.

“Foi um dia muito especial e emocionante. O Francisco é muito importante para nossa família e, para mim, é mais do que um irmão, é meu grande amigo. Por isso, agradeço demais a equipe do Grupo São Francisco, que o acompanhou neste passeio até a minha casa. Foi maravilhoso!”, afirmou Fátima, irmã de Gatte.

Para Bruna Maeda, assistente Social e supervisora de qualidade do Programa de Gerenciamento de Crônicos (PGC) do Grupo São Francisco, promover e participar do Dia do Desejo é muito gratificante. “É um afago para o coração poder realizar uma vontade corriqueira de um paciente, como ir à casa de sua irmã para um almoço de família. É um desejo tão simples, mas para um paciente que é dependente de terceiros e também de respirador, é uma enorme realização. Ver a alegria do Sr. Francisco e sua família foi muito especial”, conclui.