Artesãos discutem Economia Solidária com Edinho

Prefeito ouviu as demandas do grupo e apresentou as propostas de governo voltadas a esse segmento

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Na manhã desta terça-feira (6), o prefeito Edinho participou de uma roda de conversa com artesãos da cidade para discutir a Economia Criativa e Solidária. O prefeito ouviu as demandas do grupo e apresentou as propostas de governo voltadas a esse segmento.
“Agradeço muito a receptividade dos artesãos e empreendedores da Economia Solidária da nossa cidade. Hoje tivemos a oportunidade de ouvir as principais demandas e dialogar também sobre tudo aquilo que conseguimos avançar nesta área e as propostas. Falei sobre a ideia de implementarmos a carteirinha do artesão, além de criar um portal para vendas online e formular calendários de feiras a serem realizadas em parceria com a Prefeitura”, disse Edinho.
Estiveram presentes representantes de eventos e associações como Rolê Feira, Feira do Pôr do Sol, Coletivo Tocaya e Associação Mãos que Criam, entre outros. A eles, Edinho assegurou o apoio a iniciativas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios. “A economia criativa tende a estar mais presente na agenda de nosso governo, devido ao número cada vez maior de micro-empreendedores. Por isso, já estão sendo feitos investimentos neste setor e podem ser feitos ainda mais nos próximos quatro anos, se a população assim permitir”, completou Edinho.
Programas de geração de emprego e renda
No atual mandato de Edinho, a inclusão social e produtiva é uma das pautas das Frentes de Cidadania (PIIS – Programa de Incentivo à Inclusão Social), que atendeu 245 pessoas em alta vulnerabilidade social com qualificação profissional e acolhimento no Espaço Kaparaó – Centro de Capacitação Social e Profissional, por meio do SENAC. Atualmente o programa conta com 110 beneficiários ativos. Outro programa de sucesso implantado pelo governo Edinho é o Bolsa Cidadania, que beneficiou 779 pessoas e todas tiveram de passar por cursos de qualificação profissional.
O prefeito promoveu outras ações de combate à vulnerabilidade e ao desemprego como o projeto de apoiadores de combate à dengue (1.270 pessoas convocadas) e apoiadores de combate à Covid-19 (586 convocados), além do Jovem Cidadão (301 atendidos) e o programa de reeducandos (112 beneficiados). Além disso, a Incubadora Pública de Economia Criativa e Solidária (IPECS) conseguiu quatro novas cooperativas de trabalho, além da Cooperativa Acácia e a Coopersol (Cooperativa de Segundo Grau de Agricultores Familiares), o que faz com que Araraquara tenha quase 300 pessoas vivendo de cooperativismo popular. A Prefeitura também fornece apoio e assessoria a 22 empreendimentos econômicos solidários, sendo sete associações produtivas, oito cooperativas e sete grupos informais.
Entre os eventos e ações voltados à Economia Criativa estão a Feira Regional de Economia Criativa e Solidária, o Espaço da Economia Solidária na FACIRA e as Feiras dos Territórios. A Prefeitura também é responsável pela organização dos ambulantes do comércio de alimentos em eventos municipais. Além disso, houve recentemente a confecção de 15 mil máscaras feitas por 15 mulheres artesãs de baixa renda para distribuição gratuita à população socialmente vulnerável. O Centro de Cultura Digital também conta com unidades no Jardim São Rafael (Céu das Artes), Vale do Sol (CRAS), Centro Afro e Centro da Juventude (Jardim Pinheiros), que oferecem cursos e oficinas, com uma média de atendimento mensal de 200 pessoas.
Propostas
O Programa de Governo da coligação ‘Cuidando de Araraquara 2021-2024 apresenta algumas propostas na área de Economia Solidária. Na área de desenvolvimento econômico, o governo Edinho pretende:
– Estruturar e ampliar a Incubadora Pública de Economia Criativa e Solidária, criando um espaço
voltado ao turismo, de modo a movimentar a economia e criar renda para as famílias;
– Fortalecer a economia criativa nos Territórios;
– Criar um centro de comércio solidário;
– Criar um Programa de Empreendedorismo para a Economia Criativa;
– Criar o Centro Produtivo de Economia Solidária e Saúde Mental;
– Criar um banco comunitário e uma moeda social;
– Criar programa voltado ao fortalecimento do empreendedorismo e das associações que
desenvolvam projetos, produtos, artesanatos, festas e eventos que resgatam e divulgam
as diversas manifestações populares e étnica-culturais;
– Estruturar e ampliar os Centros de Cultura Digital;
Já na área da Cultura, as propostas são:
– Fortalecer as redes de economia criativa e solidária também na prestação de serviços nas ações da Secretaria Municipal de Cultura, criando condições de contratações por editais que priorizem e incentivem o cooperativismo e ao associativismo no Município;
– Formar uma incubadora de artes, como espaço próprio de fomento ao trabalho de criação,
associada à implantação de uma Casa do Artesão;
– Realizar uma feira de produtos e técnicos de artes manuais, aos moldes da Mega Artesanal.