Professoras da Uniara são autoras de capítulo de livro sobre representatividade feminina

A obra pode ser acessada e baixada gratuitamente na internet

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As professoras do Programa de Mestrado Profissional em Direito e Gestão de Conflito da Universidade de Araraquara – Uniara, Aline Ouriques Freire Fernandes e Jamile Gonçalves Calissi, são autoras do capítulo “Os Direitos Humanos e as Mulheres: da Ausência Feminina no Estado aos Processos Emancipatórios de Participação Social”, que está presente no livro “Representatividade feminina e relações de poder”, organizado pelas docentes Ana Beatriz de Mendonça Barroso e Mariana Dionísio de Andrade. A publicação pode ser acessada e baixada gratuitamente pelo link http://twixar.me/ZNPm.

 “É uma grande honra para nós, pesquisadoras em Direitos Fundamentais e docentes do Mestrado, o convite feito pela professora Mariana para integrarmos a obra coletiva com um propósito claro: levar à reflexão e à consequente quebra de paradigmas, a visão existente a respeito da pretensa igualdade entre os sexos, viabilizada na prática por meio da gradativa proporcionalidade e, principalmente, da efetiva representatividade feminina nos mais diversos campos da sociedade”, comenta Aline.

Ela coloca que, “como representantes dessas mulheres na academia, voltamos o nosso olhar à pesquisa para os Direitos Humanos e, mais especificamente, para os das mulheres ao vislumbrarmos os lapsos de justiça assentados no contexto histórico e social desde a ausência da figura feminina no Estado, bem como a sua gradativa transição para processos emancipatórios de participação social”.

É importante ressaltar, de acordo com Aline, que o movimento feminista “teve e tem papel fundamental nesse contexto, principalmente no que tange à transformação dos princípios e das normas pró-igualdade”. “Por isso a importância de um livro que aborde o tema de forma crítica e relevante, apontando as falhas e lançando propostas para a continuidade desse movimento assentado no núcleo dos Direitos Humanos: a dignidade por meio da igualdade”, finaliza.