Prefeitura instala usina de oxigênio no Melhado e amplia a do Hospital da Solidariedade

Essa é mais uma etapa do processo de ampliação dos leitos para Covid-19 no município

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A Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal da Saúde, instalou uma usina de oxigênio na Unidade de Retaguarda do Melhado, nesta quarta-feira (3), com capacidade de produção de 30 m3 por hora de ar medicinal e oxigênio, para atender a ampliação de leitos para Covid-19.

O Hospital de Retaguarda do Melhado possui hoje 42 leitos de enfermaria e outros 6 leitos de enfermaria entrarão em operação nas próximas horas.

Desde a reabertura da unidade de saúde para o atendimento de pacientes encaminhados para internação pela UPA da Vila Xavier, a rede estava sendo abastecida por cilindros.

Essa é mais uma etapa do processo de ampliação dos leitos para Covid-19 no município que visa atender o aumento da demanda por internações nas últimas semanas, decorrente do agravamento da pandemia.

Nesta última segunda-feira (1), o Hospital da Solidariedade também recebeu a sua terceira usina de oxigênio, ampliando para 65 m3 por hora a produção de ar medicinal e oxigênio naquela unidade hospitalar.

O Hospital da Solidariedade começou a operar no início da pandemia com uma usina de oxigênio com capacidade de produção de 10 m3 por hora. Com o aumento da demanda por leitos, foi instalada outra, com capacidade de 35m3, chegando a uma produção de 45m3 por hora. E no início desta semana, a instalação da terceira usina aumentou para 65 m3 essa capacidade de produção de oxigênio e ar medicinal, garantindo assim a instalação dos novos leitos de UTI e de enfermaria.

Hoje, o Hospital da Solidariedade possui 31 de enfermaria e 20 UTI. E até a próxima semana serão abertos mais 20 leitos, sendo 12 de UTI e 8 de enfermaria.

As usinas de oxigênio hospitalar instaladas no Hospital da Solidariedade e na Unidade de Retaguarda do Melhado possuem pureza estável de 95%, funcionam pelo processo PSA (Pressure Swing Adsorption) e o funcionamento é contínuo ou intermitente. É uma central de distribuição de oxigênio e de ar comprimido na área hospitalar, canalizada para todos os setores, atendendo os pacientes que necessitam.

O custo mensal dos equipamentos instalados nas unidades é de R$ 277 mil. A Prefeitura mantém contrato com uma empresa terceirizada, especializada, que faz a manutenção dos equipamentos periodicamente.