Obra de ficção de designer audiovisual da Uniara é lançada em versão impressa

“O Colar de Bast”, de Mauricio Vasconcellos, foi inicialmente produzido no formato de e-book

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O livro “O Colar de Bast”, do designer audiovisual do Núcleo de Ensino a Distância – NEAD e ex-aluno do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade de Araraquara – Uniara, Mauricio Vasconcellos, foi lançado em versão impressa, dividido em duas partes. Os dois volumes físicos da obra, produzida inicialmente como volume único em formato de e-book, podem ser adquiridos nos links do endereço https://podnoah.com/bem-vindo-ao-codex/livros.

É a realização de um sonho de longa data. Como ilustrador e escritor amador, venho desenvolvendo uma sequência de sete histórias ao longo da última década, e somente agora tive a oportunidade de publicar a primeira”, conta Vasconcellos.

Ele comenta que publicar um livro no formato digital “é bem diferente da organização e preparação necessárias para convertê-lo em formato físico”. “Ilustrações precisaram de retoques digitais para ganharem o devido destaque impresso, e houve grandes mudanças na estruturação dos capítulos, uma vez que o e-book precisou ser dividido em duas versões (para o formato impresso), já que a editora não permitiria lançar uma obra única contendo mais de setecentas páginas. Consequentemente, uma nova divisão central resultou em um súbito reajuste na história e na criação de artes novas para garantirem que ambos os exemplares mantivessem uma sequência coerente de começo, meio e fim, e não apenas algo ‘fatiado’ ao meio”, explica.

O Colar de Bast

“O livro explora muito a cultura do antigo Egito. Metade da obra se passa lá, e a outra, no presente e até mesmo no futuro, em outras localidades, como nos Estados Unidos. A publicação aborda uma personagem alienígena, Quahnna, diferente dos padrões de beleza de super-heroínas. Ela saiu de seu mundo e veio ao nosso, onde foi vista como um ser diferente. Mas é justamente por isso que conseguirá sobrepujar seus erros e diferenças, crescer entre os humanos e ganhar seu espaço enquanto tenta localizar a tumba de seu pai”, detalha o autor.

Na narrativa, Quahnna é filha de Amon Rá, “tido como um deus do antigo Egito”. “No entanto, como ele também era um alienígena, erroneamente confundido como um deus, ela acabou sendo chamada de ‘Bastet’, e daí vem o nome ‘Colar de Bast’. Era uma pedra que seu pai tinha e que permitia que viajasse por diferentes dimensões. Quahnna acabou obtendo o artefato e veio com ele aos Estados Unidos do presente. Ela tenta sair do país e viajar ao Egito para prestar os respeitos à tumba de seu pai”, finaliza Vasconcellos.