Mulher é morta e esquartejada no Jardim Cambuí

O corpo de Glacinéia Souza Dias, de 43 anos, foi encontrado dentro de um tambor, cortado em pedaços

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O corpo de Glacinéia Souza Dias, de 43 anos, foi encontrado dentro de um tambor, cortado em pedaços

José Augusto Chrispim

O corpo de Glaucinéia Souza Dias, de 43 anos, foi encontrado pela Polícia na tarde dessa segunda-feira (1º), esquartejado e dentro de um tambor, no quintal de uma casa localizada na Rua Américo Cambiaghi, no Jardim Cambuí, em Araraquara. André Luiz Marconi, de 52 anos, foi preso suspeito de participar do bárbaro crime.

De acordo com a Polícia Civil, o crime foi cometido há pelo menos três dias, pois o corpo já estava em estado avançado de decomposição. Ele estava dentro de um tambor fechado.

A moradora do imóvel, uma mulher identificada como Jaqueline, também foi detida e seria ouvida na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Outros dois suspeitos estão sendo procurados pela polícia.

Segundo relatos de vizinhos à reportagem de O Imparcial, a casa onde o corpo de Glacinéia foi encontrado era utilizada por vários usuários de drogas. Jaqueline teria herdado a casa dos pais que morreram há cerca de um ano e meio e, desde então, passou a levar moradores de rua e usuários de drogas para o local.

Dependência química

A sobrinha da vítima, a jovem Bruna Fernanda Lobrigatti, de 24 anos, relatou para à reportagem que Glaucinéia tinha problemas com dependência alcoólica e era usuária de drogas. Ela tinha passado por um tratamento e há cerca de dois anos não estava mais consumindo bebidas e nem drogas, porém, recentemente teria conhecido um pessoal que frequentava a casa de Jaqueline e teria voltado a beber.

Bruna relatou que a tia, que morava com seu avô, de 82 anos, estava desaparecida há 6 dias e a família já havia procurado a polícia para registrar o desaparecimento. No início da tarde desta segunda-feira, a família foi avisada do encontro do cadáver dela.

A DIG está investigando o caso e segue nas buscas de outros dois suspeitos de participação no crime. Depois de periciado, o corpo de Glaucinéia foi retirado do local por uma funerária e seria encaminhado para o IML.