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Vai que cola

Durante passagem por Quedas do Iguaçu (PR), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve seu último recurso na segunda instância negado, alegou mais uma vez sua inocência no processo da Lava Jato. “Ou eu estou louco ou quem me condenou está louco”, disse Lula, ao falar sobre sua condenação, conforme vídeo transmitido pelo […]

Durante passagem por Quedas do Iguaçu (PR), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve seu último recurso na segunda instância negado, alegou mais uma vez sua inocência no processo da Lava Jato. “Ou eu estou louco ou quem me condenou está louco”, disse Lula, ao falar sobre sua condenação, conforme vídeo transmitido pelo PT nas redes sociais.

Ele afirmou que está “indignado” com o processo e voltou a apelar para instâncias superiores. “A minha inocência eu já provei, eu quero que eles provem a minha culpa e a única coisa que eu peço é que numa instância superior eles julguem o mérito do processo”, disse.

Fachin ameaçado

O relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou ter havido ameaças a membros de sua família e se disse preocupado com a segurança. Em entrevista, o ministro do Supremo disse que tem tratado do assunto com a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, e com uma delegada da Polícia Federal que atua no tribunal, e contou que pediu providências.

O santinho quer voltar

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ontem (27) uma liminar (decisão provisória) em que permite ao ex-senador Demóstenes Torres concorrer ao Senado nas eleições deste ano.

Demóstenes foi cassado em outubro de 2012 pelo plenário do Senado, sob a acusação de ter se colocado a serviço da organização criminosa supostamente comandada pelo empresário Carlos Cachoeira, conforme apontavam as investigações da Polícia Federal na Operação Monte Carlo. Demóstenes passava a imagem do político mais honesto do Brasil, até quando a casa caiu.

A gente mata

Em réplica à defesa do senador Aécio Neves (PSDB) encaminhada nessa terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reconheceu que há provas de que o ex-procurador da República Marcelo Miller teria agido de modo ilícito ao auxiliar os executivos da J&F em seu acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, mas que isso não invalida as provas produzidas contra o tucano no diálogo gravado entre ele e Joesley Batista no qual eles negociam a entrega de R$ 2 milhões em dinheiro em espécie para interlocutores de Aécio, que chega a afirmar que o responsável pela entrega deveria ser alguém “que a gente mata ele antes de fazer delação”.

Desdobramento

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve a condenação por lavagem de dinheiro do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Delúbio Soares e dos empresários Ronan Maria Pinto, Natalino Bertin e Enivaldo Quadrado, além do economista Luiz Carlos Casante. A decisão ainda cabe recurso.

O processo é um desdobramento do caso em que José Carlos Bumlai é acusado de fazer um empréstimo fraudulento de R$ 12 milhões ao Banco Schahin. Segundo a Lava-Jato, o dinheiro teve como destino o pagamento de dívidas do PT. As investigações apontam ainda que, em troca o grupo Schahin conseguiu um contrato de R$ 1, 6 bilhão com a Petrobras para operar um navio sonda.

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