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Quebra queixo – Omissões de delatores

Omissões de delatores A prisão de três executivos da JBS que são delatores da Lava Jato foi necessária, segundo a Polícia Federal de Minas Gerais, responsável pela Operação Capitu deflagrada ontem (9), porque os colaboradores omitiram informações. “A Polícia Federal descobriu omissões intencionais e contradições graves que colocam em xeque a credibilidade da colaboração, isso […]

Omissões de delatores

A prisão de três executivos da JBS que são delatores da Lava Jato foi necessária, segundo a Polícia Federal de Minas Gerais, responsável pela Operação Capitu deflagrada ontem (9), porque os colaboradores omitiram informações.

“A Polícia Federal descobriu omissões intencionais e contradições graves que colocam em xeque a credibilidade da colaboração, isso caracterizou obstrução de Justiça e prejuízo à instrução criminal do inquérito policial instaurado”, afirmou Mário Veloso, delegado responsável pela investigação.

“Mentiram e omitiram em alguns pontos. Há indícios muito fortes sobre isso. Por isso as prisões foram expedidas”, disse o delegado em entrevista coletiva na sede da PF em Belo Horizonte.

Crime de peculato

Em relatório final sobre as investigações, a Polícia Federal concluiu que o ex-ministro e ex-deputado Geddel Vieira Lima e seu irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), cometeram o crime de peculato ao contratar empregados pessoais – entre eles motoristas e domésticas – como assessores e secretários parlamentares.

O documento foi anexado ao inquérito sobre o caso que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A investigação foi aberta a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em um desdobramento da ação penal sobre os R$ 51 milhões em espécie encontrados em um apartamento de Salvador ligado à família Vieira Lima.

Mal-estar

Ao fim da primeira semana de trabalho da equipe de transição, o presidente eleito Jair Bolsonaro resolveu recalibrar os poderes dos integrantes do gabinete.

Os primeiros dias de trabalho em Brasília foram marcados por disputa interna por poder e espaço, e idas e vindas sobre o futuro do governo.

Ele decidiu mexer na estrutura do comando do gabinete de transição, que até então estava apenas nas mãos do futuro chefe da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni.

A concentração de poder nas mãos de Lorenzoni incomodou alguns componentes da equipe. Apenas o futuro chefe da Casa Civil foi nomeado até agora ministro extraordinário.

Para desfazer o mal-estar, Bolsonaro decidiu dividir a estrutura de coordenação entre Lorenzoni e o advogado e ex-dirigente do PSL Gustavo Bebianno.

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