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Quebra queixo – Nova pesquisa

Nova pesquisa

Pesquisa do instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual e divulgada nessa segunda-feira (3), traz novo cenário sobre a intenção de voto dos brasileiros para o cargo de presidente da República.

Foram ouvidas 2 mil pessoas, em 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 1 e 2 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando a preferência do eleitorado.

Já no quadro sem Lula, Bolsonaro assume a dianteira, com 26%, seguido por Ciro Gomes, com 12%. Logo atrás aparecem Marina Silva (Rede), com 11%; Geraldo Alckmin (PSDB), 8%; Fernando Haddad (PT), com 6%; João Amoêdo (Novo), 4%; Alvaro Dias (Podemos), 3%; Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL) e Cabo Daciolo (Patriota) com 1%.

Aécio maconheiro

O economista Paulo Guedes, cérebro da campanha de Jair Bolsonaro e provável ministro da Fazenda num eventual mandato do capitão reformado, se defendeu das críticas que recebeu por se aliar ao candidato do PSL à Presidência da República.

Em entrevista à revista “Piauí”, que chega às bancas nesta terça-feira (4), Guedes atacou Aécio Neves e Michel Temer.

“(…) Esses caras estão me discriminando, me atacando, porque eu tô tentando ajudar o país… Quer dizer: todo mundo aí trabalhou para o Aécio, ladrão e maconheiro. Trabalhou para o Temer, ladrão. Trabalhou pro Sarney, ladrão e mau caráter que aparelhou o Brasil inteiro…”, disse ele, neste trecho destacado na coluna de Lauro Jardim, em “O Globo”.

Jair, o matador

A coligação “O povo feliz de novo” (PT/PCdoB/Pros) entrou com representação criminal, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato à presidência da república pelo PSL, por ameaça. A coligação também ingressou com notícia crime pelos crimes de injúria eleitoral e incitação ao crime.

Conforme comprovado por vídeo em ato realizado no Acre, Bolsonaro fez gesto de “fuzilamento” e instou seu público a, em suas próprias palavras, “fuzilar a petralhada toda aqui do Acre”. O ódio destilado pelo deputado, em sua campanha da raiva e da truculência, parece não encontrar limites, incitando ao assassinato de cidadãos de esquerda.

O candidato incorreu no crime de injúria eleitoral.

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