Select Page

Quebra queixo – Notificado na Globo



  Notificado na Globo O candidato do PDT à Presidência nas eleições 2018, Ciro Gomes, deixou irritado o Projac, os estúdios da TV Globo onde foi realizado o último debate antes do primeiro turno. Na madrugada dessa sexta-feira(5), após a entrevista a jornalistas que sucedeu o confronto, ele disse: “Nunca mais quero pisar neste lugar”. […]

Quebra queixo

 

Notificado na Globo

O candidato do PDT à Presidência nas eleições 2018, Ciro Gomes, deixou irritado o Projac, os estúdios da TV Globo onde foi realizado o último debate antes do primeiro turno. Na madrugada dessa sexta-feira(5), após a entrevista a jornalistas que sucedeu o confronto, ele disse: “Nunca mais quero pisar neste lugar”.

O pedetista se irritou porque ao chegar ao camarim, findo o debate, encontrou um oficial de Justiça que estava ali para entregar a ele notificação de ação movida pelo ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB), candidato ao governo do Estado.

Ciro o chamou de “farsante”, o que motivou a ação do tucano. Ciro estranhou o fato de o caso estar na Justiça do Rio, sendo ele do Ceará e Doria, de São Paulo.

Troca de propina

Segundo apurou o MPF, foram identificados R$ 17,9 milhões a Geddel Vieira Lima, R$ 89,5 milhões a Eduardo Cunha de 2011 a 2015 e R$ 6,7 milhões a Henrique Alves de 2012 a 2014.

O Ministério Público Federal (MPF) levou à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, quatro denúncias relacionadas a irregularidades em operações da Caixa Econômica Federal envolvendo troca de propinas.

As denúncias apresentadas nessa quinta-feira (4), fazem parte das investigações da Operação Cui Bono. Entre os nomes investigados pelo MPF estão o dos ex-deputados e presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o ex-ministro Geddel Vieira, o operador Lúcio Funaro e o ex-vice presidente da Caixa, Fábio Cleto.

Lula não vota

Preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vai votar nas eleições deste ano. Ele teve o pedido negado pela segunda vez nessa quinta-feira (4).

De acordo com o próprio Partido dos Trabalhadores (PT), questões burocráticas impulsionaram a decisão. “Seriam necessários vinte eleitores, no mínimo, para enviar uma urna eletrônica à sede da Polícia Federal, em Curitiba”, escreveu a sigla em comunicado divulgado na internet.

O partido considera que, com a decisão, Lula teve os seus direitos políticos retirados “antes de sentença transitada em julgado, ferindo a legislação”. O PT cita que a legislação eleitoral afirma que só não podem votar cidadãos que foram condenados em última instância.

Últimos Vídeos

Loading...

Charge do Dia

Publicidade

Arquivos