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Quebra queixo – Lula ferrado



Lula ferrado O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, voltou a afirmar em interrogatório à Justiça, nessa sexta-feira (9), que o gasto referente à reforma do sítio de Atibaia (SP) foi descontado da propina que a empreiteira pagou ao PT. No depoimento, Pinheiro disse que a empresa mantinha uma conta corrente de propina com o partido […]

Lula ferrado

O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, voltou a afirmar em interrogatório à Justiça, nessa sexta-feira (9), que o gasto referente à reforma do sítio de Atibaia (SP) foi descontado da propina que a empreiteira pagou ao PT.

No depoimento, Pinheiro disse que a empresa mantinha uma conta corrente de propina com o partido e que a reforma do triplex do Guarujá (SP) também saiu dessa conta, segundo publicado pelo ‘G1’.

De acordo com o executivo, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, era quem intermediava os repasses com a empresa.

A OAS afirma ter pago R$ 170 mil pela reforma da cozinha do sítio. O partido, no entanto, nega as acusações.

Moro questionado

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) vai apurar a indicação do juiz Sergio Moro para o cargo de ministro da Justiça pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

O procedimento para investigação foi aberto na sexta-feira (9) pelo corregedor Humberto Martins, ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Na semana passada, Moro aceitou o convite para chefiar o ministério quando Bolsonaro assumir, em 1 de janeiro de 2019. Ele condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Lava Jato.

Agora, o CNJ quer que Moro preste informações por suposta atividade político-partidária. Ele tem 15 dias para prestar as informações.

Batata quente

No último ano do atual mandato, deputados e senadores armaram para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma bomba fiscal de ao menos R$ 259 bilhões, mostra levantamento da Folha de S.Paulo.

O valor refere-se ao impacto nas contas públicas, nos próximos quatro anos, causado por dez projetos aprovados ou que avançaram no Congresso em 2018.

Apesar de o Orçamento estar sob regência de um teto que barra a expansão de gastos, os parlamentares aceleraram propostas que vão na direção contrária, seja com matérias de autoria do Legislativo, pressão por concessões em projetos editados pelo governo ou derrubada de vetos presidenciais.

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