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Quebra queixo – Lula ainda respira

Lula ainda respira

O ministro Luiz Fux, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou uma ação cautelar que pedia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fosse declarado inelegível desde já. Embora o ministro já tenha declarado ser contra políticos ficha suja disputando eleições, a decisão de Fux publicada na terça-feira (31), nega a representação de um advogado de Goiás e extinguiu o processo sem entrar no mérito da questão.
Essa é a segunda vez que uma ação para declarar Lula inelegível antes do registro da candidatura é negada no TSE.

PSB e PT

A Executiva Nacional do PT se reuniu na tarde desta quarta-feira (1), em Brasília e deve anunciar ainda hoje os termos de um acordo eleitoral com o PSB. O PT vai retirar a candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes ao governo de Pernambuco, o que levará o partido a um apoio ao governador Paulo Câmara, tratado entre os socialistas como a joia da coroa.

Com isso, o PSB deverá optar pela neutralidade na disputa nacional, liberando os seus diretórios a se aliarem a candidatos do PT, em cerca de 14 Estados, inclusive em Minas Gerais, onde o ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda poderá ficar sem legenda.

Raquel ferra Lula

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal), nessa terça (31), uma das manifestações mais duras que já fez contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado no caso do tríplex de Guarujá (SP) e preso em Curitiba desde abril.

Na peça, Dodge expôs os motivos que, para ela, justificam a alta pena imposta pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), de 12 anos e um mês de prisão. Ela afirmou que a dosimetria (o tamanho da pena) não está sujeita a critérios puramente matemáticos, e que cumpre ao juiz “definir o quanto é necessário para a correta prevenção e reprovação do delito, conforme o grau de reprovabilidade da conduta do réu”.

No pé de Temer

O delegado da Polícia Federal Cleyber Malta Lopes deve seguir responsável pelo inquérito dos portos, que tem como principal alvo o presidente Michel Temer. No entanto, a permanência do delegado à frente da investigação é alvo de divergência.

No fim de junho, a decisão que permitiu a prorrogação do Inquérito dos Portos foi assinada pelo ministro Luís Roberto Barroso. Ele ainda definiu: “Autorizo o delegado Cleyber Malta Lopes a prosseguir com as diligências de investigação”.

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