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Quebra queixo – Lava Jato

Lava Jato

A força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato apresentou à Justiça denúncia contra os ex-ministros da Fazenda Antônio Palocci e Guido Mantega pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Executivos da empreiteira Odebrecht e os publicitários Mônica Moura e João Santana também foram denunciados.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), três ex-diretores da empresa ofereceram vantagens ilícitas aos ex-ministros para que ajudassem na edição de uma medida provisória de interesse da empresa. Segundo a investigação, foram disponibilizados R$ 50 milhões em uma conta do setor de propinas da empresa, que ficou à disposição dos acusados. Parte do valor teria sido repassada aos publicitários para ser usada na campanha eleitoral de 2014.

Ditadura cleptomaníaca

“Vários tribunais são denominados supremos – supremos salários e adendos. O stf (minusculas) bate record de críticas dos cidadãos. Como um país permite que grupos estipulem os próprios percentuais de aumentos salariais ? O salário mínimo aumentou menos de 2% e os supremacistas querem mais dde 13 %. Torço para que as Forças Armadas nos livrem da atual ditadura cleptomaníaca e voltem a dominar a política e administração pública para baratear os custos que os cidadãos pagam. Sentido !”

 disse Mário  Dente.

Marqueteira e a Dilma

A marqueteira Mônica Moura prestou novo depoimento ao juiz Sérgio Moro nessa sexta-feira (10). Ela reafirmou que negociou diretamente com a ex-presidente Dilma Rousseff valores para a campanha presidencial do PT. “Pela primeira vez na vida eu negociei diretamente com uma presidente e com candidato, valores. E depois ela me encaminhou a Guido [Mantega, ministro da Fazenda à época] para que eu resolvesse a parte por fora. A parte por dentro, não, foi toda negociada com ela o valor, mas o partido pagou, nota fiscal, o tesoureiro da campanha”, disse a marqueteira.

Professor traficante

Um professor foi preso em flagrante por tráfico de drogas na agência central dos Correios, em Santo André, no ABC Paulista, ao tentar enviar duas cartas que continham drogas. Caio Fernando Rossi, 32 anos, teria escondido as doses de LSD, maconha e MDMA em envelopes escondidos dentro de revistas do estilo HQs.

O suspeito foi levado ao Centro de Detenção Provisória de Santo André. A prática de André, segundo a polícia civil, era habitual. Ele já era investigado há meses pela Superintendência de Goiás da Polícia Federal. Sempre por meio de correspondências, Rossi conseguia despachar os entorpecentes para vários estados do país. Está difícil para os professores, há três dias foi preso um também em Araraquara.

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