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Quebra queixo – FHC já passou

FHC já passou

Em uma provocação, o candidato do PDT à sucessão presidencial, Ciro Gomes, afirmou nessa sexta-feira (21) que é mais fácil “um boi voar de costas” do que candidatos do campo de centro abrirem mão da disputa eleitoral para apoiarem Geraldo Alckmin, do PSDB.

Em carta, divulgada na quinta-feira (20), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pediu que as candidaturas moderadas se unam para enfrentar o que chama de radicalismos na eleição presidencial deste ano.

Em uma aparição pública de cerca de vinte minutos, na qual interagiu apenas com militantes, Ciro disse que o tucano só tem respeito ao seu “próprio ego”.

“É muito mais fácil um boi voar de costas. O Fernando Henrique não percebe que ele já passou”, disse.

Política com Jesus

Após o movimento dos neopentecostais da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil declarar apoio a Jair Bolsonaro, líderes evangélicos de outras igrejas ficaram indignados com o suporte do grupo ao candidato do PSL à Presidência da República.

De acordo com a coluna “Painel”, da Folha de S.Paulo, a reação veio de um grupo formado por 88 teólogos e reverendos presbiterianos, batistas e de outros segmentos evangélicos. No documento, divulgado na quinta-feira (20), eles defenderam o Estado laico e se mostraram contra o uso de Deus em campanhas eleitorais.

“Nossa indignação contra a pretensão de haver um governo exercido em nome de Deus, bem como contra toda aspiração autoritária e antidemocrática (…) O nome de Deus não pode ser usado em vão, ainda mais para fins políticos”, diz a Carta Pastoral.

Volta da CPMF

Na reunião em que apresentou seu plano de criação de um imposto aos moldes da CPMF, o economista Paulo Guedes, guru de Jair Bolsonaro (PSL), também falou de sua ideia de um “voto programático de bancada”.

De acordo com a intenção de Guedes, todos os votos de uma bancada seriam computados integralmente a favor de um projeto se mais da metade dos parlamentares daquele partido votassem a seu favor.

Guedes disse já ter um acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para colocar o projeto em prática. O “voto programático de bancada” tornaria mais fácil a aprovação de projetos de um presidente sem maioria parlamentar. Bolsonaro e seus aliados são frequentemente questionados sobre a governabilidade de um eventual mandato, já que praticamente não têm apoio de lideranças de outros partidos.

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