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Quebra Queixo

Tempo quente – Base aliada – O impacto – Dengue e arma causam polêmica na Câmara – Asfalto depois de 20 anos de espera

Tempo quente

O ministro da Economia, Paulo Guedes, encontrou um clima tenso na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) nessa quarta-feira (3).

O ministro de Jair Bolsonaro bateu boca com parlamentares da oposição já na primeira meia hora da sessão, que discute a proposta de reforma da Previdência.

“O Chile tem US$ 26 mil de renda per capita, o dobro do Brasil. A Venezuela deve estar melhor, né?”, afirmou o ministro quando deputados da oposição gritaram no plenário da comissão que a reforma da Previdência tornaria o Brasil o vizinho latinoamericano, com um modelo privatizado de seguridade social.

O ministro falaria direto por 20 minutos, sem perguntas de parlamentares. No entanto, o entrevero disparou uma confusão na comissão.

Base aliada

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-governador paulista Geraldo Alckmin, presidente nacional do PSDB, terão uma reunião na quinta-feira (4), revelou o tucano à Folha de S.Paulo.

O encontro faz parte do esforço de articulação de Bolsonaro para formar uma base aliada no Congresso e aprovar a reforma da Previdência.

O presidente afirmou, durante sua viagem a Israel, que passará a dedicar mais tempo a reuniões com congressistas, líderes e dirigentes partidários.

Ele também marcou audiências com os presidentes do DEM, ACM Neto, do PP, Ciro Nogueira, do MDB, Romero Jucá, do PRB, Marcos Pereira, e do PSD, Gilberto Kassab.

O impacto

A reforma da Previdência será cerca de 14 vezes maior para os servidores públicos do que para os trabalhadores da iniciativa privada, disse ontem (3) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, ele apresentou uma estimativa de economia proporcionada pela proposta por tipo de contribuinte.

“Nós temos um cálculo. São 71 milhões de pessoas no regime geral [que pagam aposentadorias do setor privado e das estatais]. A contribuição de cada um em dez anos é de R$ 9 mil. Na hora que pega o servidor, cada um contribuiu com R$ 140 mil”, disse.

Curtas

Dengue e arma causam polêmica na Câmara

A 102ª sessão na Câmara Municipal de Araraquara dessa terça-feira (2) ficou marcada por rusgas entre os parlamentares. Primeiramente, o vereador Dr. Elton Negrini (PSDB) resolveu responder ao vereador Edio Lopes (PT), que na última sessão questionou sobre o colega permanecer armado no plenário. Segundo ele, “Em Araraquara, a dengue mata mais que armas”, disse no seu pequeno expediente.

Posição essa que foi compartilhada por outro parlamentar. Policial reformado, o Cabo Magal Verri (MDB) enfatizou que também anda armado.

Mas o entrevo mais marcante da sessão aconteceu entre o vereador Rafael de Angeli (PSDB) ao falar no pequeno expediente. Munido de uma raquete elétrica mata-mosquito e repelente, o parlamentar usou o seu tempo para tecer duras críticas ao atual governo, que segundo ele, é o grande responsável pela epidemia de dengue que Araraquara vive atualmente. De Angeli citou a estimativa feita pelo Dr. Valter Figueiredo, do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (SESA), que apontou que a cidade pode ter mais de 15 mil casos de dengue. Oficialmente, a Prefeitura confirma “apenas” 5,5 mil.
Quem se desagradou e muito com a fala do colega foi o vereador Paulo Landim (PT). Representante da situação na Câmara, o parlamentar se referiu a De Angeli como “moleque”, e disse para ele “ir trabalhar no circo do Buchechinha”. Em sua página em rede social, o ex-vereador Rodrigo Buchechinha saiu em defesa do tucano ressaltando que faz mais pelo município como cidadão, limpando os terrenos da prefeitura onde monta seu circo, do que o líder do governo na Câmara, Paulo Landim, que, segundo ele, não fiscaliza o Executivo como deveria.

Asfalto depois de 20 anos de espera

Depois de 20 anos de espera, moradores de três ruas do bairro Jardim Palmares terão asfalto em frente de suas casas. Os residentes no final das avenidas Lázaro Luciano Alves, Francisco Marques e João Pieri conviveram durante todo esse tempo com mato alto, poeira em dias de sol e lama nos dias chuvosos.

O presidente da Câmara Municipal de Araraquara, vendo a situação e o desespero dos moradores do bairro, encaminhou indicação ao prefeito solicitando a pavimentação asfáltica das referidas avenidas. Um primeiro pedido foi feito em junho de 2018 e reiterado em novembro.

“Hoje, quatro meses após eu reforçar o pedido ao Executivo, a movimentação de máquinas e homens trabalhando fez voltar o sorriso aos rostos dos moradores. Felizmente, as três avenidas estão sendo asfaltadas e eu tenho certeza de que a qualidade de vida daquela população vai melhorar muito”, disse o parlamentar.

Flagrado observando o início dos serviços, um morador afirmou: “Agora, depois de tantos anos, vamos saber o que é ter prazer de voltar para casa”.

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