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Quebra Queixo

Lula 12 + 12 – Demorou – E agora? – Guarda Municipal vai mal – Para onde vai o dinheiro do pedágio? – Cesta básica está mais cara em Araraquara

Lula 12 + 12

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado ontem (6) a 12 anos e 11 meses de prisão no processo referente ao sítio de Atibaia, investigado pela Operação Lava Jato.

A sentença foi assinada pela juíza federal Gabriela Hardt, que assumiu os inquéritos da Lava Jato em Curitiba após a saída de Sergio Moro, que se tornou ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro.

De acordo com a revista “Veja”, Lula foi considerado culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

A denúncia do Ministério Público Federal disse que as empreiteiras Odebrecht, OAS e Schain pagaram R$ 1 milhão em propina ao ex-presidente por meio das obras da propriedade, que pertence ao empresário Fernando Bittar e que era frequentado por Lula e sua família.

A condenação é a segunda de Lula na Lava Jato. O ex-presidente já cumpre pena na sede da Polícia Federal na capital paranaense desde abril do ano passado, no âmbito da condenação de 12 anos e um mês no caso do tríplex do Guarujá.

 

Demorou

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pediu que o corregedor da Casa, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), apure a fraude na eleição da Mesa Diretora, no último sábado (2). Embora estivessem presentes os 81 senadores, na urna de votação, foram colocados 82 votos na eleição para a presidência da Casa.

Além do voto a mais, duas cédulas estavam fora dos envelopes. A votação foi anulada, e Alcolumbre foi eleito em um segundo pleito.

A investigação deve seguir as regras contidas no Ato do Corregedor 1/2018, que regulamenta os procedimentos da Corregedoria Parlamentar. O órgão é responsável no Senado por promover a manutenção do decoro, da ordem e da disciplina, incluindo questões referentes à segurança interna e externa da instituição.

Após a investigação, o corregedor poderá arquivar o fato, encaminhar à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, caso a apuração constate descumprimento do Código de Ética, ou encaminhar à autoridade administrativa competente para adoção das sanções cabíveis, quando a conduta punível não for atribuída ao senador.

 

E agora?

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que é oposição ao governo Jair Bolsonaro, aproveitou a ida de Sergio Moro ao Congresso Nacional, nessa quarta-feira (6), para entregar ao ex-juiz uma cópia do relatório final da CPI das Milícias, presidida por ele em 2008.

Diante do ministro da Justiça e da Segurança Pública, o parlamentar aproveitou para alfinetar o senador Flávio Bolsonaro (PSL), que empregou em seu gabinete enquanto deputado a mãe e a mulher de Adriano Nóbrega, suspeito de liderar o grupo miliciano conhecido como Escritório do Crime.

“Teve muita gente defendendo a legalização das milícias. A milícia ajuda a eleger gente. Elegeu gente no Senado, inclusive”, disse Freixo a Moro, claramente se referindo ao primogênito do presidente da República.

Em sua conta no Instagram, o parlamentar pesolista disse que está disposto a debater esse tema com o ministro.

Curtas

Guarda Municipal vai mal

O vereador Edson Hel (PPS) encaminhou ao Executivo um requerimento solicitando informações sobre a condição de trabalho dos Guardas Municipais. “Tenho recebido diversas reclamações em relação a problemas com falta de veículos adequados e a necessidade de troca de uniformes. Recebi ainda a informação de que alguns profissionais estão trabalhando sem os coturnos”, destacou o parlamentar.

No requerimento, Hel questiona o número, a marca, o ano dos carros e se estes estão adequados para o trabalho exercido, quantos veículos estão em manutenção e a previsão de retorno. O vereador pergunta também quando ocorreu a última entrega de uniformes. Ele pede documentos que comprovem a data de entrega. Edson Hel trata também da avaliação dos servidores da Guarda Municipal.

Para onde vai o dinheiro do pedágio?

A bancada do PSDB, composta pelos vereadores Delegado Elton Negrini, Jéferson Yashuda, José Carlos Porsani e Rafael de Angeli, apresentou um requerimento, pedindo informações à Prefeitura, sobre os repasses feitos ao município, sobre a arrecadação do pedágio da Rodovia Washington Luiz.

Segundo os parlamentares, foi informado pelo Governo do Estado que o imposto rendeu mais de meio bilhão de reais para as Prefeituras paulistas em 2018. “Nos últimos dez anos, as Prefeituras receberam um repasse de R$ 4 bilhões e as administrações municipais podem aplicar o dinheiro recebido no segmento em que julgarem prioritários. Portanto, queremos saber onde o valor que Araraquara recebe é aplicado”, destacou Yashuda.

No documento, os parlamentares, além dos valores repassados, os vereadores pedem informações, ainda, sobre a destinação detalhada dos recursos.

Cesta básica está mais cara em Araraquara

O preço médio da cesta básica em Araraquara registrou o quinto aumento consecutivo no mês de janeiro. De acordo com levantamento do núcleo de economia do Sindicato do Comércio Varejista de Araraquara (Sincomercio), em nove supermercados da cidade, a elevação foi de 0,9% em relação ao mês anterior, com preço total de R$ 546,99. No acumulado dos últimos cinco meses, o valor registrou uma elevação de 4,0%.

Na comparação com dezembro de 2018, os itens que apresentaram as maiores elevações em janeiro foram a batata (21,46%), o feijão carioquinha (16,95%) e o alho (13,20%).

Por outro lado, a farinha de mandioca torrada (-6,70%), o leite em pó integral (-4,30%) e o desodorante spray (-3,40%) apresentaram as quedas de preço mais relevantes em janeiro. De modo geral as reduções observadas no período tiveram pouca amplitude quando comparadas com os aumentos, que atingiram mais da metade dos produtos analisados na pesquisa.

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