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Não a revisão

Não a revisão
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin votou ontem (21) contra a revisão dos termos do acordo de delação premiada da JBS. Segundo o ministro, na fase de homologação, cabe ao Judiciário verificar somente a legalidade do acordo, sem interferência nos benefícios da delação e nas declarações dos investigados ao Ministério Público. Fachin também votou pela sua permanência na relatoria das delações da JBS.

Corrupção ou gratidão
“No momento a bola da vez é a JBS, como foi a Odebrecht e como serão x, y, z. Os empresários só conseguem financiamentos e fechar negócios, com órgãos manobrados por servidores ou empresas públicas, pagando propinas. Os sistemas políticos são corruptos pela impunidade, os judiciários julgam os casos “selecionados” por gratidão às nomeações ou por outros interesses, raramente pela legislação. Vendo-se as emissoras de TV da Câmara, Senado e Justiça, é um exibicionismo, um blablablá para enganar trouxas. Precisamos lutar por eleições distritais e nomeações só por concurso e auditorias independentes nas contas públicas. Fechar os inúteis TSE e Tribunais de Contas que aprovam, qualquer “coisa” e limitar a três minutos os discursos nos legislativos e judiciários. Se continuar como está, não chegaremos a um País próspero, ético e todos iguais perante a lei”, disse Mário Dente.

Tequila de luxo
Uma marca de tequila de luxo lançada dois anos atrás pelo ator George Clooney e dois amigos foi avaliada em até US$ 1 bilhão em uma oferta do grupo britânico de bebidas Diageo, a maior empresa de destilados no mundo.

Retaliação
Um dos três votos da base aliada que ajudaram a derrotar a reforma trabalhista em comissão do Senado, o senador Hélio José (PMDB-DF) afirmou nesta quarta- feira, 21, ter sido alvo de retaliação do governo com a demissão de dois indicados seus em órgãos do Executivo. Em um discurso de oposição, acusou o presidente Michel Temer de chantagem e cobrou sua renúncia.

Funaro no Whatsapp
O corretor de valores Lucio Funaro, preso pela Operação Lava Jato, entregou à Polícia Federal registros de chamadas telefônicas que o ex-­ministro Geddel Vieira Lima fez para sua mulher, Raquel, por meio do aplicativo Whatsapp. Funaro quis comprovar o que disse à PF no inquérito que investiga o presidente
Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures: que Geddel ligou para sua mulher várias vezes “sondando” sobre a possibilidade de ele, Funaro, fechar acordo de delação. O inquérito foi aberto a partir da delação da JBS. Os registros das ligações, “prints” (imagens) das telas do celular da mulher de Funaro, mostram 12 ligações de “Carainho” –apelidado dado a Geddel na agenda telefônica de Raquel– em oito dias diferentes, após a imprensa divulgar a delação da JBS.

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