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Força-tarefa

O Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, determinou que uma força-tarefa seja criada para colaborar na avaliação do material relacionado à quebra de sigilo bancário de três gráficas que prestaram serviços à chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, nas eleições presidenciais de 2014. De acordo com a decisão, a força-tarefa será temporária e […]

Força-tarefa

O Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, determinou que uma força-tarefa seja criada para colaborar na avaliação do material relacionado à quebra de sigilo bancário de três gráficas que prestaram serviços à chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, nas eleições presidenciais de 2014. De acordo com a decisão, a força-tarefa será temporária e vai contar com órgãos e agentes técnicos da Polícia Federal, Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), para “avaliar as movimentações financeiras das empresas periciadas, disponibilizadas pelo Banco Central”. As empresas periciadas são a Focal, a Redeseg e a VTPB.

Prato feito

O ex-deputado Eduardo Cunha passou a primeira noite preso sozinho em uma cela de 12 metros quadrados, na mesma ala da Superintendência da PF em que está o ex-ministro Antônio Palocci. Segundo seus advogados, ele não fez nenhum pedido especial. Não solicitou comida, roupas ou livros. Em sua primeira refeição na cadeia, comeu o mesmo prato que os demais presos: feijão, arroz, frango e salada.

Negada

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, negou ontem (20) liminar protocolada pela defesa da ex-presidente Dilma Rousseff para anular a decisão final sobre o impeachment, definida pelo Senado em agosto. No recurso, a defesa de Dilma alegou que não houve motivo legal para o afastamento e que houve cerceamento de defesa em várias fases do processo.

Na decisão, o ministro disse que não ficou demonstrado, na decisão dos senadores que aprovaram o afastamento definitivo, nenhum “risco às instituições republicanas, ao Estado Democrático de Direito ou à ordem constitucional” que justifique a intervenção do Supremo.

Máfia da merenda

A deputada estadual Márcia Lia classificou como, “no mínimo, estranha” a exoneração do funcionário de carreira da Secretaria Estadual de Educação, Cleiton Gentili, dois dias após ter estourado na imprensa o esquema de superfaturamento e pagamento de propina no fornecimento da merenda da rede estadual, conhecido como Máfia da Merenda, pela Operação Alba Branca.

Na manhã dessa terça-feira (18), a parlamentar acompanhou a oitiva de Gentili e de outro ex-funcionário da Secretaria, Rodrigo Pimenta, durante 14ª reunião da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instalada pela Assembleia Legislativa, após pressão dos deputados do PT, PSOL e PCdoB e dos próprios estudantes secundaristas, que ocuparam o legislativo por três dias no início deste ano.

Mariana

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 22 pessoas, sendo 21 por homicídio qualificado com dolo eventual, quando se assume o risco de matar, pela tragédia ocorrida com o rompimento de uma barragem, em novembro de 2015, em Mariana, Minas Gerais. Na ocasião, 19 pessoas morreram. Quatro empresas (Samarco, Vale, BHP Billiton e VogBR) também foram denunciadas. A conclusão das investigações foi apresentada nessa quinta-feira (20), em Belo Horizonte.

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