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Derrota



Derrota
O governo sofreu a primeira derrota na reforma trabalhista no Senado. Nesta terça­feira (20), ao contrário do que previa o Palácio do Planalto, o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB­-ES) foi rejeitado por 10 votos contrários e 9 favoráveis na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Antes do início da sessão,
o governo contava com a aprovação do texto por 11 votos favoráveis e 8 contrários.

Impunidade
Quanto a Aécio, a Primeira Turma do STF se vê diante de três hipóteses: mandar prender o tucano a pedido da Procuradoria-Geral da República, devolver-lhe as funções parlamentares a pedido da defesa ou manter a decisão do ministro Edson Fachin, que afastou Aécio em maio. É tudo hipóteses neste país, imperando mais do que nunca a impunidade.

Retira
Um grupo de cerca de 30 servidores municipais tomou as dependências da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) na manhã desta terça-feira (20) e conseguiu impedir, ao menos temporariamente, a votação de um pacote de medidas de ajuste fiscal, apresentadas pelo prefeito Rafael Greca (PMN). O prédio amanheceu cercado por policiais militares. Os trabalhadores, em greve desde o dia 12 de junho, faziam vigília ao local e protestavam, com carro de som e palavras de ordem, como “retira”, “retira”.

Santo
Durante entrevista à rádio Tupi, do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (20), o ex-presidente Lula comentou sobre a possível sentença do processo em que é acusado de ter recebido propina por conta de três contratos entre a empreiteira OAS e a Petrobras, que inclui o tríplex no Guarujá. A partir de quarta-feira
(21) o juiz federal Sergio Moro deve proferir a sentença condenando ou absovendo Lula.
“Já provei a minha inocência, quero que eles agora provem a minha culpa”, declarou Lula sobre a expectativa pela decisão do magistrado.

Relator
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tirou do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, três casos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que tiveram origem nas delações premiadas de executivos e ex-funcionários da Odebrecht.
Um diz respeito ao suposto tráfico de influência do ex-presidente, que em troca de vantagens indevidas teria atuado em favor da empresa em negociações referentes a Angola, mesmo que em prejuízo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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