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A voz da experiência



A voz da experiência Em meio às discussões sobre as dívidas da prefeitura serem de Barbieri ou de Edinho, surge uma voz sensata na Casa de Leis. O vereador Elias Chedik (MDB) disse em seu pequeno expediente na sessão dessa terça-feira, que achava prudente chamar os dois secretários de finanças das gestões em questão, para […]

A voz da experiência

Em meio às discussões sobre as dívidas da prefeitura serem de Barbieri ou de Edinho, surge uma voz sensata na Casa de Leis. O vereador Elias Chedik (MDB) disse em seu pequeno expediente na sessão dessa terça-feira, que achava prudente chamar os dois secretários de finanças das gestões em questão, para uma reunião “séria e honesta” com os vereadores. Isso com certeza traria transparência aos fatos e colocaria fim à discussão, que até o momento só rendeu desgaste político.

Bolsonaro vem aí

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) escolheu apenas dez nomes no interior de São Paulo, apenas grandes colégios eleitorais, para compor sua bancada. Em Araraquara, quem é pré-candidato a Deputado Estadual pela sigla, é o esportista e ex-presidente da Ferroviária, Milton Cardoso. O polêmico e falante aspirante à Assembleia acredita que em virtude do quociente eleitoral tem grandes chances de se eleger. Inclusive já articula com o partido uma visita de Bolsonaro a Araraquara.

Ninho Tucano

O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito civil contra o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), seu cunhado Adhemar César Ribeiro e também contra o secretário Marcos Monteiro (Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação), codinome ‘Salsicha’ ou ‘M&M’, por suposto ato de improbidade. Segundo delações premiadas de executivos da Odebrecht, foram repassados ‘a título de Caixa 2, sem regular declaração à Justiça Eleitoral, R$ 2 milhões para a campanha de 2010 e de R$ 8,3 milhões para a campanha de 201. Alckmin, diz que vê a investigação com tranquilidade.

Tucano protagonista

A cada dia que passa, os voos do Tucano Aécio vão ficando cada vez mais baixos. Em novo depoimento prestado à Polícia Federal na quinta-feira (19), o empresário Joesley Batista afirmou ter repassado R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB) durante a campanha eleitoral de 2014. Para comprovar os repasses, Joesley entregou aos investigadores uma extensa planilha de “doações” e um calhamaço de notas fiscais e recibos que comprovariam que parte da bolada foi repassada via doações oficias e outra parte, via caixa dois. Para piorar, já se cogita a vitória da ex-presidente Dilma Rousseff como senadora por Minas Gerais no próximo pleito.

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