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A vez do mineirinho

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (17) pelo recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pelos crimes de corrupção e obstrução de Justiça.

A vez do mineirinho

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (17) pelo recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pelos crimes de corrupção e obstrução de Justiça. As acusações fazem parte de um dos inquéritos resultantes da delação do empresário Joesley Batista, do grupo J&F. Com a decisão, o senador se torna réu no processo.

A decisão foi tomada com base no voto do ministro Marco Aurélio, relator do caso. Para o ministro, o fato de o senador ter sido gravado por Joesley e citar que tentaria influi na nomeação de delegados da Polícia Federal mostra indício dos crimes que teriam sido praticados por ele.

Temer na mesma

Apesar dos esforços do presidente Michel Temer (MDB) para aumentar a popularidade, seu governo é reprovado por 70% dos brasileiros, segundo pesquisa do Datafolha. A gestão é ruim ou péssima para 70% da população, mesmo índice registrado no levantamento anterior do fim de janeiro. Os percentuais de regular (23%) e ótima ou boa (6%) também se mantiveram estáveis.

Adeus a Ivone Lara

Quem esperava um clima de tristeza, se surpreendeu no enterro da sambista e compositora Dona Ivone Lara. Em vez de choros e lamentos, o corpo da artista foi sepultado ao som de seus grandes sucessos, cantados pelo público, entre parentes, artistas e fãs, que foram ao Cemitério de Inhaúma, nessa terça-feira (17), se despedir da grande dama do samba, que morreu aos 97 anos.

Demóstenes liberado

Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou ontem (17) a decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu a inelegibilidade do ex-senador Demóstenes Torres. Com a decisão, Demóstenes poderá concorrer a um cargo eletivo nas eleições deste ano.

Pela decisão, Demóstenes está elegível porque a Corte anulou as provas criminais contra ele. Antes da decisão, Demóstenes não poderia participar das eleições até 2027, por ter perdido o mandato, conforme a Lei Complementar 64/1990, conhecida como Lei das Inelegibilidades.

O ex-senador foi cassado em outubro de 2012 pelo plenário do Senado, sob a acusação de ter se colocado a serviço da organização criminosa supostamente comandada pelo empresário Carlos Cachoeira, conforme apontavam as investigações da Polícia Federal na Operação Monte Carlo.

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