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Sismar distribui moção por e-mail, e pede apoio de internautas



Sismar distribui moção por e-mail, e pede apoio de internautas

O Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região (Sismar) está distribuindo por e-mail uma moção de repúdio contra o governo municipal, que, segundo a entidade, estaria perseguindo e demitindo funcionários públicos.

O texto segue para a caixa eletrônica dos cidadãos com a solicitação de que o leitor assine e envie, também através do e-mail, para o Conselho Nacional de Justiça, Tribunal Superior do Trabalho, Tribunal Regional do Trabalho de Campinas, ao prefeito municipal, para o presidente da Câmara e demais vereadores.

No documento, o Sismar diz , entre outras coisas, que “vem a público para repudiar a onda de perseguições e as demissões aplicadas aos servidores municipais, pelo governo”, afirmando repudiar “a utilização deliberada da pessoalidade como meio para punir e coagir aqueles que ousam reivindicar direitos, expressar seu pensamento e exigir o cumprimento de dispositivos legais vigentes”.

O texto diz ainda que “as vítimas dessas demissões e perseguições promovidas na Administração de Araraquara têm lotação em setores cujos superiores hierárquicos são lideranças políticas indicadas para ocupar cargos em comissão”. E que foram “inúmeros os casos em que houve omissão em apurar irregularidades e aplicar penalidades, pelo fato de o infrator ser integrante da casta de apadrinhados do governo”.

Na moção cita como exemplos dois casos que teriam ocorrido na administração. No primeiro deles, uma diretora de creche, que defendeu o fechamento da unidade para afastar o risco de contágio coletivo por gripe suína; e o segundo caso, com Médicos, que denunciaram más condições de trabalho. O texto cita também o caso envolvendo Marcelo dos Santos Roldan, todos demitidos por justa causa.

Ao final de várias linhas e parágrafos, a moção cita os recursos que o sindicato impetrou em defesa de funcionários nos últimos meses e pede apoio das “demais entidades da sociedade civil organizada (sindicatos e associações) e a atuação enérgica do Ministério Público do Trabalho”, para que a administração seja “compelida a cessar imediatamente as perseguições políticas, e a maléfica onda de demissões, intimidações, ameaças e assédio que tem promovido no âmbito das repartições do serviço público”.

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