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Rafael de Angeli discute situação de oficinas culturais



No mês de março, o vereador Rafael de Angeli (PSDB) articulou reuniões com diversos representantes do poder público para discutir a necessidade de se levar atividades culturais à Escola Estadual “Miryan Leopoldina Caramuru de Castro Monteiro”, no Jardim São Rafael, como uma alternativa para pôr fim ao vandalismo no local. A instituição, com pouco mais de […]

Rafael de Angeli discute situação de oficinas culturais

No mês de março, o vereador Rafael de Angeli (PSDB) articulou reuniões com diversos representantes do poder público para discutir a necessidade de se levar atividades culturais à Escola Estadual “Miryan Leopoldina Caramuru de Castro Monteiro”, no Jardim São Rafael, como uma alternativa para pôr fim ao vandalismo no local.

A instituição, com pouco mais de um ano em funcionamento, e 600 alunos dos ensinos fundamental e médio, registrou diversos episódios de furtos à fiação elétrica e depredação de carteiras e vidraças. A situação havia melhorado após o bloqueio do acesso por caixas de concreto, mas, de acordo com o parlamentar, outras medidas ainda eram necessárias.

Na tarde da segunda-feira (25), o vereador se encontrou com os responsáveis pelas oficinas culturais, o coordenador Bruck Oliver e a gestora Sabrina Kelly, na Casa da Cultura, para saber mais sobre o andamento das atividades na escola.

Segundo eles, duas oficinas estão em funcionamento: a de teatro e a de YouTuber. “A de dança não teve adesões o suficiente, e a escola tem poucos recursos, faltam tomadas, por exemplo”, informaram, lembrando que há profissionais, que são contratados por editais, mas necessitam de recursos e repasses, já que sem isso não é possível abrir várias oficinas. A previsão é que no 2º semestre serão reabertas as inscrições para diversas oficinas.

Oliver e Sabrina explicaram que no CEU das Artes acontece um sarau por mês. “No Cras do Hortênsias, o artesanato é forte; e na Vila Xavier oferecemos todas as oficinas, sendo que as de capoeira e canto têm bastante procura. Não temos espaços disponíveis em bairros como Valle Verde e Cruzeiro do Sul”, afirmaram. Outra dificuldade enfrentada é o oferecimento de oficinas à noite em dias da semana. “Há muita procura, mas temos problemas com a questão de segurança e funcionários, principalmente”, completou.

A Casa da Cultura é outro espaço que também oferece as oficinas, como as de canto, balé, violão, capoeira, mangá, artes e break. “As de balé e mangá sempre têm muitos alunos, a procura é grande.”

Para Angeli, é importante fiscalizar o andamento das oficinas, que são tão importantes no município. “Desde o início do ano, temos tentado encontrar uma solução para os problemas relatados pela diretoria da escola e acreditamos que as oficinas culturais são uma excelente alternativa para movimentar o local e evitar que ações de vandalismo se repitam”, finalizou.

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