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Presidente estadual do PPL visita Araraquara



Miguel Manso diz que o Brasil perdeu sua soberania sobre sua moeda e fazendo uma política que não interessa ao Brasil

Célia Pires

O presidente do diretório estadual de São Paulo e secretário nacional de organização do PPL, Partido Pátria Livre, Miguel Manso, esteve em Araraquara ontem.Ele conta que como está viajando as cidades onde o partido está constituído para preparar o partido para as próximas eleições “Sou pré-candidato a deputado federal. Estamos debatendo em Araraquara e na região quais os irão ser os candidatos do partido a deputado estadual, enfim, a composição da nossa chapa”.Segundo Manso, a motivação é encontrar um projeto político novo para o país, pois as opções que o Brasil teve nos últimos processos eleitorais, PT e PSDB, são soluções que não estão respondendo mais às necessidades do país. “Precisamos construir um novo projeto, uma nova política. O PPL está em parceria com o PSD, com a rede, com o candidato à presidente, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, com a senadora Marina Silva e com o PPS construindo uma coligação para apresentar uma nova alternativa ao país”.Ele ressalta a atual crise internacional que, segundo ele, teve início nos Estados que começou em 2008 que gerou um desequilíbrio por conta de uma mega emissão monetária,quase 12 trilhões de dólares de títulos tóxicos(papel que não tinha mais valor e juros elevados). O estado comprou esses títulos o que acabou saneando um pouco a situação dos EUA, mas exportou a crise para o resto do mundo. Os grandes países seguiram o mesmo exemplo dos EUA, mas o Brasil não, que acabou adotando as recomendações impostas pelo referido país, o que desequilibrou a economia, modificando a taxa de câmbio. “Hoje o Brasil está importando muito mais do que exportando. A nossa indústria decresceu e isso causou um impacto direto no interior de São Paulo e como conseqüência a desnacionalização de usinas de açúcar vendidas para países estrangeiros ou fechadas”.Para Manso, há uma política de esvaziamento da capacidade industrial cuja origem é a perda da soberania sobre sua moeda que prejudica o país. “Dilma, como Biagi disse, vai passar para a história como o governo que enterrou a indústria de energia alternativa que nasceu em São Paulo, o Proálcool”, Entre outras questões, Manso diz que também está na pauta das ações do PPL, a defesa dos recursos dos estados e municípios.

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