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Legislativo de Araraquara indica inclusão da disciplina Trânsito na Base Nacional Comum Curricular

Tenente Santana entregou o pedido pessoalmente ao deputado federal Baleia Rossi

Legislativo de Araraquara indica inclusão da disciplina Trânsito na Base Nacional Comum Curricular

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é um dos líderes mundiais em mortes no trânsito, com 47 mil vítimas fatais ao ano, além de mais de 400 mil feridos com sequelas.

Para o presidente da Câmara Municipal de Araraquara, vereador Tenente Santana (MDB), ligado por muitos anos ao setor de trânsito, esse quadro poderia ser drasticamente modificado com educação e qualificação. “O erro humano é responsável por mais de 90% dos acidentes, em que a falta de preparo adequado é fator determinante para a ocorrência, pois o veículo automotor, como qualquer outra máquina, exige que o ser humano esteja preparado técnica e mentalmente para operá-lo seguramente”, afirma.

O parlamentar acredita que, assim como a matemática e o português, o trânsito faz parte do cotidiano no decorrer de toda a vida do cidadão e deveria integrar a grade curricular brasileira.

Por isso, no último final de semana, Santana fez uma explanação completa sobre o assunto, argumentando com dados, e entregou nas mãos do deputado federal Baleia Rossi (MDB) uma solicitação pedindo seu empenho na apresentação de um projeto de lei na Câmara Federal que determine a inclusão da disciplina “Educação e Segurança no Trânsito” na grade curricular dos ensinos infantil, fundamental e médio em todo o país.

“Estamos falando em salvar vidas e reduzir um custo enorme ao erário. E apontamos o caminho. O Observatório Nacional de Segurança Viária possui um farto material didático que pode ser utilizado na educação de nossas crianças e jovens. Trata-se do projeto ‘Educa: educação para o trânsito em sala de aula’. Nossa luta contra as mortes no trânsito passa obrigatoriamente por essa medida”, aponta Santana.

Rossi ficou sensibilizado com as informações passadas por Santana e afirmou que dará uma atenção especial ao assunto e que solicitará um estudo para sua viabilidade.

Caso sua indicação seja implementada, Santana acredita que “após a escola, o jovem só precisará fazer a parte prática. Diminuiremos cirurgias, internações e problemas de evasão escolar, pois essa seria uma grande motivação para terminar o ensino médio. Teremos melhores pedestres, passageiros e condutores”, finalizou.

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