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Escola no São Rafael quer transformar terreno baldio em praça

Rafael de Angeli apoia projeto de área verde em escola estadual   Em frente à Escola Estadual “Miryan Leopoldina Caramuru de Castro Monteiro”, no Jardim São Rafael, há uma vasta área verde atualmente sem utilização. Até a semana passada, estava repleta de lixos e entulhos de toda natureza, até que a escola recebeu a visita […]

Escola no São Rafael quer transformar terreno baldio em praça

Rafael de Angeli apoia projeto de área verde em escola estadual

 

Em frente à Escola Estadual “Miryan Leopoldina Caramuru de Castro Monteiro”, no Jardim São Rafael, há uma vasta área verde atualmente sem utilização. Até a semana passada, estava repleta de lixos e entulhos de toda natureza, até que a escola recebeu a visita do comandante da 3ª Cia do 13º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), Capitão Ricardo Domingos Júnior. “Ele entrou em contato com o Executivo, e, no dia seguinte, chegaram os caminhões para a limpeza”, conta a diretora da escola, Meire Cristina Bassi. “A alegria dos alunos ao verem o que pode vir a ser um espaço para todos foi incrível”, completa o coordenador pedagógico Rafael Paiva.

A equipe da escola entrou em contato com o vereador Rafael de Angeli (PSDB) para apresentar o projeto de transformar a área inutilizada em uma praça propriamente dita, com bancos e mesas para os idosos jogarem cartas e espaço para apresentações musicais e manifestações artísticas em geral. “Se não urbanizar este espaço, vai acabar voltando à situação anterior, por isso precisamos do envolvimento do poder público”, alerta a diretora. A iniciativa faz parte de um projeto maior, de envolver a escola e a comunidade em objetivos comuns, elaborado após atos de vandalismo e depredação ocorridos no primeiro semestre. “O nosso intuito é trabalhar com os estudantes a inteligência emocional, educar as crianças para o respeito, a convivência. É isso que temos feito.”

Paiva acrescenta que os estudantes já estão projetando a confecção de placas de “Não jogue lixo” e ações para manter a limpeza. “Os alunos abraçaram a ideia de um jeito muito bacana. Mas é necessária uma ação planejada, com urbanização, calçamento, iluminação”, exemplifica.

Angeli fará a intermediação entre a escola e o Executivo: “Vou averiguar qual é a natureza do espaço e auxiliar nas discussões com a Prefeitura e o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgotos), responsável pelo meio ambiente, para viabilizar o projeto”. O parlamentar está satisfeito em poder colaborar com a iniciativa: “Depois de discutirmos tantas ações para combater atos de vandalismo nessa escola, fico muito feliz em poder constatar que a situação melhorou bastante e que podemos nos envolver em um projeto positivo como este”, conclui.

Mais projetos

 

Meire e Paiva confirmaram que as oficinas de teatro e YouTuber, iniciadas após os episódios de vandalismo, continuam em andamento. Somente a oficina de dança, que não teve adesões suficientes, não está sendo realizada. Já as oficinas esportivas não foram iniciadas. “Vou entrar em contato com a Fundesport para acionar os cursos”, avisa Angeli. “Eles já estavam se preparando para oferecer a atividade.”

A escola também começou uma atividade ambiental de plantio de mudas. Em comemoração ao Dia da Árvore (20 de setembro), houve uma palestra com profissionais do Daae, ao final da qual os alunos plantaram um oiti e um jatobá, os primeiros de uma série de árvores que serão cultivadas nos espaços verdes da escola.

Outra iniciativa que está ganhando corpo é uma horta dentro da escola. “O Grêmio recebeu uma verba do governo do Estado e os próprios alunos deram a ideia da horta circular. Eles estão se preparando com os professores, fizeram maquetes, estão motivados. Já estamos sentindo os bons resultados”, adianta a diretora.

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