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Edna deixa Executiva do PV e Galo reassume presidência do partido

Edna saiu da Executiva e não do partido. PV continua cada vez mais em ascensão

Célia Pires
Nesta semana, na segunda-feira, houve uma reunião da Executiva do Partido Verde, PV, por conta das eleições 2015/2016. Na ocasião foi definida uma reorganização do partido, pois Edna Martins, por conta de dificuldade na agenda pois é presidente na Escola do Legislativo, presidente do Parlamento Regional, da direção estadual do PV e está com o mandato cheio de atribuições. Com isso achou que, no momento, a contribuição dela na presidência do PV tinha chegado ao fim. A informação é de Fernando César Câmara, o Galo, que informa que esse foi o motivo da saída de Edna e a proposta de uma nova Executiva. “Como em Araraquara e em todo o Estado de São Paulo e na capital, o PV funciona com comissão provisória, não são diretórios é feito o processo dentro da própria Executiva e, assim, fizemos. A Edna abriu mão da presidência, neste momento, por conta do acúmulo de funções e assumi novamente a presidência do Partido”.
Nova Executiva
Na nova Executiva Gianny Trevisoli continua como primeira vice presidente; Almeida como segundo vice presidente, Ana Maria Borges que faz parte da Secretaria da Defesa dos Animais continua. A grande novidade é com Galo assumindo a presidência, Márcia Lucas assume como membro efetivo da Executiva.
Galo relembra que há três semanas houve a reorganização das bacias, onde os coordenadores regionais foram reeleitos. “Eu fui reeleito coordenador da Bacia 15 que são 36 cidades. Com isso o partido está se organizando em todos os municípios”.
Quanto a saída de Edna, ele explica que a mesma saiu da presidência, mas como parlamentar continua como membro da Executiva, não respondendo mais pela presidência do Partido.
Questionado, se mesmo de forma hipotética, Edna fosse para o PSDB e passasse para a legenda do referido partido, Galo diz que nem imagina e nem quer trabalhar essa possibilidade, pois com a Edna começou a construir um projeto lá atrás. “Se a gente pegar a história recente do PV, o partido tem sido protagonista desde 2008 quando a Edna era do PT(Partido dos Trabalhadores) e foi candidata à prefeita pelo referido partido, o PV era pequenininho e nós conseguimos, na época, emplacar a candidatura do vice que foi o geólogo Julio Perrone. De lá para cá nós temos só crescido. Em 2010, ela foi candidata a deputada federal. Com o PV sozinho fazendo a campanha aqui ela foi muito bem votada. Em 2012 participamos da coligação que reelegeu o prefeito Marcelo Barbieri, onde além de trabalharmos na elaboração do programa de governo colocamos algumas condições que é o nosso perfil, que a questão das políticas sociais e ambientais e crescemos muito.Elegemos dois vereadores e hoje desenvolvemos um trabalho à frente do Centro de Referência da Mulher, da Secretaria de Articulação, do Meio Ambiente, entre outros setores”.
Assédio eleitoral
Galo diz que assédio e o convite é natural, que muitos dos integrantes do PV são convidados, mas assediar militantes do PV com conversa mole ele vai denunciar publicamente, pois muitos contam mentiras e isso é muito desagradável. “Mas isso não no caso da Edna, pois temos uma musculatura política diferente, é muito mais forte e ela tem o direito de fazer essa discussão. O que ressaltamos, inclusive, na reunião da última segunda-feira, é a transparência com que ela lidou com a situação nos contando que foi à reunião, que tinha sim conversado, que topava discutir um projeto para Araraquara, mas que sair do PV para ir para o PSDB era mentira.Isso não aconteceu e espero que não aconteça”.
No cenário político, o PV é um partido que cresce tanto quanto ou mais do que o PSol ou o PSTU. “Estou no PV há 19 anos e no começo quando a gente falava de defesa dos animais e de sustentabilidade éramos taxados de ecochatos e hoje é moda”, diz Galo.
O Partido é absolutamente otimista e Galo ressalta e reforça que o PV tem um projeto que começou lá e não vai parar, independente do que pode acontecer. “Em 2016 o PV vai protagonizar as eleições como foi em 2012”, diz acrescentando que esperam pois vivem um momento diferente no país onde as pessoas estão descontentes e com isso esperam aumentar a bancada para pelo menos três vereadores.
Para Galo, a reforma política pode ajudar o PV, como por exemplo, se no caso acabar a eleição com coligação proporcional as eleições devem ser mais programáticas e menos pragmáticas. Posso garantir que o PV vai ter uma chapa completa para vereadores. Hoje, com 18 vagas na Câmara serão 27 candidatos. Temos que respeitar os 30% de gênero, mas no nosso caso, não temos problema com isso, porque temos muitas mulheres militantes e atuantes”, diz citando mulheres como Edna Martins, Ana Maria, Gianny Trevisoli, Marcia Lucas, Marimar Guidorci, Mayara, Elisa Cardoso e outras mulheres que tem discussão política no quadro do partido. “Temos cabeças pensantes. Queremos fazer de 2016, além de fazer um crescimento físico, um projeto pedagógico, onde o professor Reis, por exemplo deve ser.
Quanto a apoiar PSDB de Massafera ou PMDB de Barbieri, Galo diz que ocorreu no sábado Convenção Nacional, Estadual e Regional ocorrida no sábado. “A estratégia, segundo Câmara, é ter candidatura própria, aumentar a bancada. “Espero muito que seja a Edna a nossa candidata à prefeita”.

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