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Édio quer responsabilização por dupla função de secretário

Para vereador, não basta devolução dos salários; novo questionamento é sobre autoria da nomeação

O vereador Édio Lopes (PT) entende que o responsável ou responsáveis pela nomeação de Roberto Pereira para a Diretoria Financeira da Maternidade Gota de Leite deve ser responder pela irregularidade. A afirmação foi feita durante a sessão ordinária de terça-feira, 25 de março, da Câmara Municipal.Édio questiona que “constatado, além da imoralidade, o flagrante desrespeito à Constituição Federal e à Lei Orgânica do Município, basta a simples exoneração e renomeação sem salários? Entendo que não Quem assinou a nomeação deve ser responsabilizado”.Para ele, “a devolução do dinheiro recebido irregularmente é uma obrigação moral; não deveria nem ser obrigado a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta, pois o próprio secretário deveria propor a devolução dos mais R$ 100 mil que recebeu dos cofres públicos”.Foi do vereador petista o questionamento sobre a legalidade do acúmulo de cargos de Pereira, que recebia, desde 18 de julho de 2012, salários mensais de R$ 7 mil como secretário e R$ 5 mil por mês como diretor financeiro da maternidade.Por meio de requerimento, Édio está solicitando à Prefeitura e à Superintendência da Fungota que informem a carga horária desempenhada e a base legal para o acúmulo de funções públicas. De acordo com ele, o fato de Pereira ter aberto mão da cargo na maternidade “é a admissão da ilegalidade, por isso tem que haver responsabilização de quem o nomeou”.

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