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Câmara: Violência sem fim

Criminalidade aumenta em Araraquara, parlamentares não sabem o que fazer e aceitam sugestões

José A C Silva

Na última sessão da Câmara Municipal de Araraquara, o vereador Dr. Helder Derizzo da Matta (PPS) e outros edis comentaram sobre a criminalidade e violência no Brasil, e logico também em Araraquara. Assassinatos, roubos e agressões contra as mulheres são constantes, o que vem preocupando a sociedade araraquarense. O parlamentar comentou que trabalha com a tia de Vanessa, jovem que foi recentemente assassinada pelo padastro, vendo de perto o sofrimento da família. “Como pode um marginal ficar preso, recebendo R$ 900 reais destinado a família e visita intima, enquanto a população sofre mediante a cultura da impunidade. Temos que ter leis mais severas contra a criminalidade, como nos Estados Unidos. Os estados devem ter autonomia para aplicar leis, as autoridades se preocupam demais com os bandidos e não acabam fazendo nada para conter a violência contra a sociedade”, disse Dr. Helder. Os vereadores estão aceitando sugestões para que este quadro seja revertido, não sabendo mais o que fazer. Em nossa cidade, convivemos com todo tipo de crime que se estendem desde alunos de escolas até crimes de políticos. Assassinatos são cometidos por torcedores de futebol, dias atrás um torcedor do Santos, estava uniformizado e foi morto em um ponto de ônibus, isto sem falar das brigas nos estádios ou melhor nas arenas. Agora estão chamando jogadores negros de macaco, ainda piorar jogam bananas, o que é inadmissível em um país que tem o maior número de negros fora da Africa. Na última sessão da Câmara, mediante denuncia foi dito que crianças em carros dos pais ficam assustadas com atitudes de viciados em semáforos. “Eles batem no vidro dos carros querendo dinheiro”. Ainda foi comentado o alto índice de assassinatos em Araraquara – o ano passado foram 19 e este ano em menos de três meses já ocorreram 10 assassinatos. Mudanças para pior O Imparcial, já fez matérias criticando o modelo adotado pela Polícia Militar, dando como exemplo o Vila Harmonia, onde famílias são feitas reféns e assaltadas diariamente. Dificilmente o produto do roubo é recuperado, fora os abusos que não são narrados por vergonha e traumas que ficam por uma vida inteira. Antigamente havia um trabalho preventivo, polícias eram vistos em cada esquina da cidade ajudando no transito. Viaturas circulavam desde o Centro até a zona do meretricio. A Roda 13 e cavalaria impunham respeito, agora marginais em vários estados arrebentam viaturas e batem em militares – senas deste tipo foram mostradas no Jornal Nacional. Alguns falam que as cidades cresceram, aumentando a violência, dificultando o trabalho da Polícia Militar. Mas venhamos e convenhamos, nunca o governo arrecadou tanto imposto. Na última terça feira, recebemos um telefonema que um homem tinha sido esfaqueado no São Geraldo, a polícia e a ambulância demoraram 1h30, para comparecerem no local.

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