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Câmara lotada debate Dia da Luta Camponesa e da Luta pela Reforma Agrária

Antes dos debates, propriamente ditos, aconteceu a apresentação de duas interpretações musicais realizadas pelos alunos do ensino fundamental e ensino infantil da EMEF do Campo “Hermínio Pagotto”, do Assentamento Bela Vista do Chibarro, versando sobre os temas abordados. Márcia lembrou que o dia 17 de abril de 2017 marca os 21 anos do “Massacre de […]

O debate deu voz àqueles que se encontram em situação difícil



Encontro liderado pelo vereador Paulo Landim (PT), realizado na tarde dessa segunda-feira (17), nas dependências da Câmara – Plenário e Plenarinho -, com o objetivo de debater as lutas pela terra e lembrar o Dia Internacional de Luta Camponesa e o Dia Municipal da Luta pela Reforma Agrária, contou com quase duas centenas de pessoas, entre autoridades, assentados e simpatizantes.

Antes dos debates, propriamente ditos, aconteceu a apresentação de duas interpretações musicais realizadas pelos alunos do ensino fundamental e ensino infantil da EMEF do Campo “Hermínio Pagotto”, do Assentamento Bela Vista do Chibarro, versando sobre os temas abordados.

Além de Landim, ocuparam a mesa de honra a deputada estadual Márcia Lia (PT), a professora e ex-vereadora Vera Botta, a coordenadora executiva da Agricultura Silvani Silva, a assentada Nazita Matos Ferreira e o assentado Leonel Cazarim.

Márcia lembrou que o dia 17 de abril de 2017 marca os 21 anos do “Massacre de Eldorado dos Carajás”, em que 19 trabalhadores rurais do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em confronto com a Polícia Militar do Pará. “Essa é uma mancha feia de nossa história que não foi punida. Temos que parar para refletir sobre a reforma agrária e o que vem acontecendo com o Brasil”, disse.

Os participantes tiveram a oportunidade de colocar seus posicionamentos e reivindicações relacionados à reforma agrária, suas lutas e necessidades dos assentados e dos assentamentos locais.

O debate se transformou em um momento para dar voz àqueles que se encontram em situação difícil, como é o caso das dezenas de famílias que se encontram acampadas no Capão dos Angicos, hoje vivendo em situação sub-humana.

“Fiquei extremamente satisfeito pela presença de tanta gente engajada nas lutas camponesas. Somente com a união dessas forças – política e daqueles que trabalham a terra –, conseguiremos as tão necessárias mudanças e a valorização dos homens e mulheres acampados e assentados”, concluiu Landim.

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