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Assembleia dos funcionários da CTA teve pouca adesão

Assembleia dos funcionários da CTA teve pouca adesão

José Augusto Chrispim

O movimento contra o aumento do preço das passagens e a privatização da CTA (Companhia Tróleibus Araraquara), realizado no início da tarde desse sábado (26), em frente ao Gigantão, teve pouca adesão por parte dos funcionários da empresa. Além de aproximadamente 20 empregados da CTA, o ato contou com a presença de representantes do SISMAR, Conlutas, PSOL e estudantes da UNESP.
De acordo com um ex-funcionário da empresa, a baixa adesão ao movimento se deve ao temor que os funcionários alimentam de serem demitidos, por conta da participação na luta por seus direitos. “A maioria dos funcionários está com medo de ser demitido, por isso, não participa do movimento. Eles vivem uma ditadura na empresa”, disse o motorista.
Apesar da pouca adesão, os manifestantes acreditam que o movimento continua forte e, somente com luta, a situação poderá se reverter. “A CTA só não vai ser terceirizada, se o movimento político for forte. Tendo em vista toda a má gestão que o prefeito vem apresentando em Araraquara, o impeachment de Marcelo Barbieri seria a única solução”, disse o líder do PSOL, José Eduardo de Oliveira, o Vermelho.

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