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Quadrilha é presa depois de tentar explodir caixa eletrônico do Centralizado

Equipe do GATE veio de São Paulo para detonar explosivo abandonado pelos ladrões dentro de carro

José Augusto Chrispim

A Polícia Militar prendeu seis indivíduos na madrugada desta quarta-feira (06), depois deles tentarem assaltar um caixa eletrônico do Banco do Brasil localizado no interior do Centralizado da Prefeitura, no bairro Santa Angelina. Pelo menos dois suspeitos conseguiram fugir.

Segundo o apurado, os ladrões, que são apontados pela Polícia Civil como integrantes de uma quadrilha especializada em explodir caixas eletrônicos, invadiram o Centralizado por volta da 1h30 e, depois de render dois vigias, começaram a preparar explosivos para detonar o caixa eletrônico, quando teriam ouvido através de um radiocomunicador ligado na frequência da polícia, que viaturas da PM estavam indo para o local e abortaram a ação. A Polícia Militar foi avisada por um vigia que estava escondido e teria achado estranha a movimentação no local naquele horário.

Os meliantes se dividiram e fugiram em um Fiat/Pálio, de cor prata, um Fita/Uno, de cor verde e um GM/Astra, de cor preta. A Polícia Militar conseguiu prender os acusados depois de uma perseguição. O Astra foi abandonado no final da Via Expressa, próximo do Terminal Rodoviário por dois ladrões que conseguiram fugir. Dentro do Astra a polícia encontrou uma banana de dinamite, detonadores, um maçarico e um bujão de gás.

A Polícia Militar acionou o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) de São Paulo para recolher o material. A dinamite foi detonada dentro de um buraco cavado pelos militares que usavam roupas especiais.

A quadrilha

Cinco indivíduos foram presos durante a ação policial na madrugada e um sexto suspeito, um rapaz de 22 anos, foi preso em uma casa localizada no bairro Parque São Paulo. Documentos do rapaz foram encontrados com os outros detidos. Em sua casa foram apreendidas 34 gramas de cocaína, 11 gramas de crack e 2 gramas de maconha. O acusado foi ouvido na DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) e encaminhado para o Anexo de Detenção Provisória (ADP) de Araraquara. Os outros integrantes da quadrilha foram ouvidos na DIG e também foram encaminhados para o ADP de Araraquara.

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