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Homem sofre golpe de facão na cabeça no Jardim Cruzeiro do Sul

Vítima entrou na casa de uma aposentada para se esconder, mas foi seguida e agredida 

José Augusto Chrispim

Um homem foi perseguido e agredido com um golpe de facão na cabeça e outro no braço, no final da tarde de ontem (23) em uma casa localizada na rua José Luiz Torquato, no Jardim Cruzeiro do Sul.

Segundo o apurado no local pela reportagem, Roberto Vagner, de 33 anos, estaria fugindo de dois homens e, quando viu o portão da casa da aposentada Durvalina Viana, de 64 anos, aberto, correu para dentro do imóvel na tentativa de se esconder, porém, um dos acusados que estavam lhe perseguindo, entrou na residência e o golpeou com um facão de cana, na altura da cabeça e também no seu braço direito. Durvalina contou à reportagem, que o rapaz entrou correndo, pedindo socorro e dizendo que estava sendo seguido. “Eu ouvi ele falando ‘não fui eu’, mas o outro homem dizia foi sim”, relatou a aposentada com exclusividade à reportagem de O Imparcial.

Depois de golpear a vítima, o agressor fugiu em um carro branco onde outro acusado o esperava.

A vítima foi socorrida em estado grave por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel com Urgência (Samu) e levada para o Pronto Socorro do Melhado. Devido à gravidade dos ferimentos, Roberto foi transferido para a Santa Casa, onde foi constatado um trauma na cabeça e uma fratura exposta no braço direito, devido a um golpe de facão.

APolícia Militar foi acionada e, mesmo com poucos dados sobre os acusados, fez buscas pela região do crime, mas até o fechamento desta edição não os havia encontrado.

No hospital, Roberto passou por uma tomografia para os médicos mensurarem a gravidade do ferimento na cabeça e depois seguiu para o centro cirúrgico. A vítima segue internada na Santa Casa.

De acordo com a Polícia Militar, Roberto que é morador da rua Piauí, no bairro Jardim Brasil, já possui passagem policial por furto (art.157) e não quis dizer qual seria o motivo da agressão que sofreu e nem a identidade dos agressores, o que leva a crer que seja algum acerto de contas entre eles.

Homem sofre golpe de facão na cabeça no Jardim Cruzeiro do Sul

Vítima entrou na casa de uma aposentada para se esconder, mas foi seguida e agredida

José Augusto Chrispim

Um homem foi perseguido e agredido com um golpe de facão na cabeça e outro no braço, no final da tarde de ontem (23) em uma casa localizada na rua José Luiz Torquato, no Jardim Cruzeiro do Sul.

Segundo o apurado no local pela reportagem, Roberto Vagner, de 33 anos, estaria fugindo de dois homens e, quando viu o portão da casa da aposentada Durvalina Viana, de 64 anos, aberto, correu para dentro do imóvel na tentativa de se esconder, porém, um dos acusados que estavam lhe perseguindo, entrou na residência e o golpeou com um facão de cana, na altura da cabeça e também no seu braço direito. Durvalina contou à reportagem, que o rapaz entrou correndo, pedindo socorro e dizendo que estava sendo seguido. “Eu ouvi ele falando ‘não fui eu’, mas o outro homem dizia foi sim”, relatou a aposentada com exclusividade à reportagem de O Imparcial.

Depois de golpear a vítima, o agressor fugiu em um carro branco onde outro acusado o esperava.

A vítima foi socorrida em estado grave por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel com Urgência (Samu) e levada para o Pronto Socorro do Melhado. Devido à gravidade dos ferimentos, Roberto foi transferido para a Santa Casa, onde foi constatado um trauma na cabeça e uma fratura exposta no braço direito, devido a um golpe de facão.

APolícia Militar foi acionada e, mesmo com poucos dados sobre os acusados, fez buscas pela região do crime, mas até o fechamento desta edição não os havia encontrado.

No hospital, Roberto passou por uma tomografia para os médicos mensurarem a gravidade do ferimento na cabeça e depois seguiu para o centro cirúrgico. A vítima segue internada na Santa Casa.

De acordo com a Polícia Militar, Roberto que é morador da rua Piauí, no bairro Jardim Brasil, já possui passagem policial por furto (art.157) e não quis dizer qual seria o motivo da agressão que sofreu e nem a identidade dos agressores, o que leva a crer que seja algum acerto de contas entre eles.

Foto: José Augusto Chrispim

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