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Funcionária da prefeitura é estuprada e morta no Centro

Jovem de 29 anos estava desaparecida desde o início da tarde de ontem 

José Augusto Chrispim

O corpo da funcionária da Secretaria Municipal de Fazenda, Ana Cláudia Rossi, de 29 anos, foi encontrado no início da noite de ontem (27), embaixo do viaduto da avenida 22 de Agosto, na região central.

Segundo o apurado pela reportagem de O Imparcial, Cláudia estava desaparecida desde o início da tarde, quando a família informou a Polícia Militar sobre seu desaparecimento. A vítima estaria em seu horário de almoço e não teria chegado em casa no horário costumeiro, deixando sua mãe preocupada.

Segundo alguns colegas da vítima que acompanharam a retirada do corpo do local do crime, Cláudia teria sido abordada por um homem que queria uma passagem de ônibus para a cidade de São Paulo. Ana teria dito a ele que não tinha como arrumar a passagem e pediu para que ele procurasse a Secretaria de Cidadania e Assistência Social. O rapaz, em tom agressivo, falou que já havia procurado o órgão e não tinha conseguido a passagem.

Logo depois, por volta de 12h15, Cláudia seguiu a pé para a sua casa localizada na rua Treze de Maio, na Vila Xavier. A polícia acredita que o suspeito a tenha seguido, pois ela foi abordada na rua por ele outra vez, que queria informações de como poderia conseguir a passagem. Neste momento, Ana teria ligado para seu chefe, o secretário de Fazenda, Roberto Pereira, pedindo ajuda para o acusado e o secretário lhe disse para mandar o homem procurar a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Maria Cecília Sambrano Vieira. Depois disso, ninguém mais teve informações sobre o paradeiro da funcionária pública.

No início da tarde como Ana Cláudia ainda não havia retornado, colegas de trabalho dela refizeram o trajeto que ela faria de volta para casa e, em uma mata que fica ao lado do viaduto, encontraram a bolsa e alguns objetos da vítima. A Polícia Militar foi acionada e encontrou o corpo da funcionária pública embaixo do viaduto da avenida 22 de Agosto.

A Polícia Científica periciou o corpo e encontrou indícios de estupro e morte por estrangulamento com um cadarço de sapato. O corpo foi levado para o IML (Instituto Médico Legal).

A polícia já tinha um suspeito que é morador do bairro Jardim Adalberto Roxo, que foi levado para a Delegacia de Plantão para ser interrogado.

Revolta

Colegas da vítima e moradores da região onde o corpo foi encontrado estavam indignados e revoltados com o deslexo da prefeitura que há tempos não poda o mato no local, que é usado por usuários de drogas e andarilhos.

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