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Esposa de funcionário público morto em Boa Esperança do Sul pede justiça

Viúva fez um abaixo assinado que pretende enviar para juíza que cuida do caso e negou o pedido de prisão De acordo com o relato da viúva do motorista ao O Imparcial, no dia do crime, João teria ido levar um grupo de conhecidos formado por dois rapazes e duas moças, até uma área rural […]

Viúva fez um abaixo assinado que pretende enviar para juíza que cuida do caso e negou o pedido de prisão

Da redação

O funcionário público João Luiz era muito querido na cidade - Foto: Arquivo Pessoal Uma funcionária pública da prefeitura de Boa Esperança do Sul, que preferiu não divulgar seu nome, está colhendo assinaturas em um abaixo assinado pedindo a prisão de dois jovens de 18 e 22 anos, suspeitos de terem assassinado o marido dela, o motorista da prefeitura da cidade, João Luiz do Amaral, de 44 anos. João morreu na manhã da última sexta-feira (20), no hospital da cidade, onde estava internado desde o domingo (15), quando foi agredido brutalmente ao se envolver em uma discussão com dois rapazes em uma área rural às margens do Rio Jacaré Pepira, em Bocaina.

De acordo com o relato da viúva do motorista ao O Imparcial, no dia do crime, João teria ido levar um grupo de conhecidos formado por dois rapazes e duas moças, até uma área rural às margens do rio e, em dado momento, teria voltado até Boa Esperança do Sul a pedido de um dos rapazes. Porém, o jovem teria retornado para a margem do rio sozinho com o carro da vítima que ficou a pé na cidade. Sem saber o que havia acontecido, João então teria pego sua motocicleta e retornado até a margem do rio, porém, ao encontrar o grupo, teria havido uma discussão e a dupla teria espancado o motorista com socos, chutes e golpes de capacete. Pensando que ele estivesse morto, os suspeitos ainda teriam tentado esconder seu corpo embaixo de um monte de folhas secas.

João acabou sendo encontrado ainda com vida e socorrido ao hospital da cidade, onde permaneceu internado por cinco dias, quando não resistiu aos graves ferimentos e veio a falecer.

A Polícia Civil de Bocaina, que investiga o homicídio, ouviu os dois principais suspeitos que se apresentaram espontaneamente na delegacia na última sexta-feira (20). Os jovens relataram que haviam brigado com o motorista e indicaram onde o carro e a motocicleta dele estavam escondidos. Eles foram liberados em seguida.

Justiça

Nas redes sociais, a funcionária pública pede justiça para os autores do crime e organiza um abaixo assinado, que pretende enviar para a juíza da cidade de Jaú, que cuida do caso. De acordo com Catarina, a doutora teria negado o pedido de prisão dos suspeitos, por entender desnecessário, alegando que eles procuraram a polícia espontaneamente no dia da morte do motorista.

Desabafo

“Bom dia, eu e oJoão Luiz Amaralsempre fomos contra qualquer tipo de exposição em face, mas diante da situação vejo que muitas vezes é o único meio de pedir ajuda! Quem puder e quiser contribuir para que seja feita justiça estarei na 9 de Julho colhendo assinaturas para um abaixo assinado, porque até agora não saiu ordem de prisão para os monstros que tiraram sua vida! Me ajudem não deixar esses monstros soltos fazendo novas vítimas!”, postou a viúva da vítima em sua página da rede social.

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