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Das 24 câmeras do videomonitoramento da cidade, apenas uma está funcionando

Fim do contrato com empresa deixa sistema de câmeras às cegas

Da redação

Uma comissão formada pelos vereadores Juliana Damus (PP), Doutor Lapena (PP) e Édio Lopes (PT),constou nessa quarta-feira (28) queAraraquara vive um apagão no videomonitoramento eletrônico. Como fim do contrato com a empresaresponsável pela manutenção, aospoucos, durante as últimas semanas, as câmeras foram saindo doar e deixando os guardas municipais sem contato externo. Dos 24equipamentos da Central de Videomonitoramento somente um estáfuncionando.

Investimento alto
“Viemos fazer a visita porque recebemos a denúncia e, infelizmente, quase todas as câmeras não estavam funcionando”, disse a vereadora Juliana Damus. Os equipamentos foram instalados em dezembro de 2010 e custaram, na época,R$ 780 mil do Governo Federal.Há cinco anos eram 25 câmeras,mas uma queimou e quatro comcapacidade de giro em 360 grausestão há meses em manutenção norepresentante autorizado, em Minas Gerais. Das 19, somente umaestá no ar. O endereço foi preservado por questão de segurança.Nas demais, quando conectadaaparece uma mensagem de erropela perda do sinal via rádio e fibra ótica. “Ficamos preocupadosporque foi utilizado muito dinheiro aqui dentro”, destaca a parlamentar. Já o Doutor Lapena alegater ficado surpreso com a situaçãona Central. “Na última visita feitanos foi dito que o serviço seria intensificado e as câmeras seriamconsertadas, mas, na verdade, issonão ocorreu. Enquanto isso, a cidade fica desguarnecida até queos equipamentos estejam em pleno funcionamento.”Na Central com monitores e televisões nas paredes, além de computadores usados para o direcionamento das câmeras instaladasem praças e corredores comerciais, os vereadores foram informados que o sistema de leitura deplacas instalado em conjunto também está fora do ar. “A situaçãopiorou e, apesar do videomonitoramento ser importante, ele nãoestá recebendo a atenção devida.Sabemos que como a tecnologiaavança, as câmeras já estão antigas e acredito ser preciso pensarestratégias para evitar um novo desligamento”, relata Édio Lopes.Para Juliana, o desligamento dascâmeras nesta lacuna entra a antiga ea nova empresa responsável pela manutenção do serviço indica que administrativamente a Prefeitura poderia ter antecipado o fato e evitado oproblema. A comissão formada pelostrês parlamentares vai enviar um requerimento à Secretaria Municipal deSegurança Pública pedindo informações sobre os prejuízos do desligamento, além de valores e tecnologia utilizada no novo contrato.

O que diz a prefeitura
Em nota, a prefeitura relatou queuma nova empresa foi contratada,através de licitação, para que as câmeras de videomonitoramento dacidade recebam manutenção periódica corretiva. E disse que a novaempresa deve iniciar sua operaçãoa partir de hoje (29), após os prazos legais previstos no edital. O contrato tem prazo de um ano.

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