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Votação do Código Florestal é adiada para a próxima terça-feira

Líderes partidários da base aliada decidiram adiar a votação

Brasília - A votação do Có- digo Florestal, prevista para ontem, só deverá ocorrer na terça-feira (10) da próxima se- mana. Líderes partidários da base aliada, reu- nidos com os mi- nistros da Agri- cultura, Wagner Rossi, do Meio Ambiente, Iza- bella Teixeira, e das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, re- solveram adiar a votação para permitir chegar a um acordo em torno do texto a ser levado ao plenário da Câmara. O ministro Wagner Rossi confirmou que existem pou- cas divergências em relação ao texto apresentado pelo re- lator Aldo Rebelo (PCdoB- SP). “Acreditamos que até terça-feira a gente feche o acordo para votar [o código]". O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse que o adia- mento foi um bom acordo e vai possibilitar mais negociações para chegar a um tex- to que seja do agrado de todos. “Líderes da opo- sição e do governo concorda- ram com o adiamento e, assim, teremos quase uma semana para negociar”. Maia disse ain- da que muitos líderes gostari- am que a votação fosse ontem, mas não se opuseram ao adia- mento. (Agência Brasil).Brasília – A votação do Código Florestal, prevista para ontem, só deverá ocorrer na terça-feira (10) da próxima semana. Líderes partidários da base aliada, reunidos com os ministros da Agricultura, Wagner Rossi, do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, resolveram adiar a votação para permitir chegar a um acordo em torno do texto a ser levado ao plenário da Câmara.

O ministro Wagner Rossi confirmou que existem poucas divergências em relação ao texto apresentado pelo relator Aldo Rebelo (PCdoBSP). “Acreditamos que até terça-feira a gente feche o acordo para votar [o código]”.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse que o adiamento foi um bom acordo e vai possibilitar mais negociações para chegar a um texto que seja do agrado de todos. “Líderes da oposição e do governo concordaram com o adiamento e, assim, teremos quase uma semana para negociar”. Maia disse ainda que muitos líderes gostariam que a votação fosse ontem, mas não se opuseram ao adiamento. (Agência Brasil).

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