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Quebra Queixo



Camarada preso – Lula malandro – Faltou de novo

Camarada preso

Terminou às 11h47 de ontem (14), com o desembarque do terrorista Cesare Battisti, de 64 anos, no aeroporto de Ciampino, em Roma, um dos mais longos e complexos casos da diplomacia italiana.

Após 38 anos de fuga e refúgio em países como França, México e, por último, Brasil, Battisti começará nesta segunda a cumprir a pena de prisão perpétua pelos quatro assassinatos (dois deles com participação direta) no qual foi condenado.

Os ministros do Interior, Matteo Salvini, líder da Liga, partido de extrema-direita e hoje o político mais popular da Itália, e da Justiça, Alfonso Bonafede, foram ao aeroporto para recepcionar os policiais italianos envolvidos na captura de Battisti, na madrugada de domingo (13), na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra.

O terrorista foi levado para a penitenciária de Rebibbia, no bairro romano de mesmo nome, distante 20 quilômetros de Ciampino.

Lula malandro

Em resposta a uma ação movida pelo ex-presidente Lula junto à ONU, na qual acusa Sergio Moro de parcialidade e perseguição política, o governo Bolsonaro enviou um ofício de defesa do ministro à organização em novembro.

Argumenta que, com tais acusações, o petista tenta “confundir e enganar” o órgão, visto que as ações de Moro e da Lava Jato teriam impactado quadros de diferentes partidos, como PSDB, no caso de Aécio Neves, e MDB, de Sérgio Cabral.

Segundo a Folha de S. Paulo, a defesa de Lula, em nome dos advogados Cristiano Zanin, Valeska Teixeira e Geoffrey Robertson, irá contestar a defesa do governo em fevereiro. Para evitar novas falhas de comunicação como as que ocorreram nas duas primeiras semanas de governo, com recuos e informações desencontradas, a equipe de Jair Bolsonaro aconselhou o presidente a nomear logo um porta-voz para o gabinete presidencial, apesar de Moro não mandar recado por outras vias.

Faltou de novo

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse a jornalistas na tarde dessa segunda-feira (14) que o Ministério Público pode oferecer denúncia contra envolvidos no caso de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) com movimentações financeiras atípicas, mesmo sem a realização de oitivas.

Na semana passada, familiares de Queiroz e o parlamentar não compareceram ao Ministério Público para prestar depoimento. O ex-assessor já faltou a duas oitivas, alegando estar em tratamento de um câncer intestinal.

“Nesse caso específico, a prova documental é muito consistente. […] O Ministério Público pode, através da prova documental, chegar à conclusão de que tem indícios suficientes”, afirmou Gussem após cerimônia de recondução ao cargo de procurador-geral.

Ele também disse que os depoimentos são importantes para que os envolvidos apresentem sua versão dos fatos. No entanto, se isto não ocorrer, terão a oportunidade de se pronunciar em juízo, caso uma eventual denúncia seja proposta e aceita.

Gussem afirmou, ainda, que Flávio Bolsonaro não é investigado por enquanto, mas que pode vir a ser, assim como qualquer outra autoridade.

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