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Mombuca tem a mais rara plantação de Flor de Lótus

Plantação é um verdadeiro espetáculo para os olhos

Célia Pires

Na colônia Mombuca, fundada por famílias de imigrantes vindos do Japão em 1962 há em algumas propriedades raras plantações de Flor de Lótus. A reportagem do Imparcial esteve recentemente no local para registrar a imensurável beleza dessa flor 40 anos que segundo o produtor Masaharu Takagi é provavelmente de origem asiática.
Takagi explica que a flor é cultivada dentro da lama e não pode ser utilizado nada químico, somente adubo orgânico, pois colhe-se uma espécie de raiz( mandioca) chamada renkon que se forma dentro do barro e é muito apreciada. “As batatas podem ser colhidas de quatro a cinco meses depois do plantio e são utilizadas no preparo de vários pratos. Não é calórica.Sua durabilidade depois de colhida é de quatro a cinco semanas na geladeira”.
O produtor conta que a caixa do renko custa em média de R$ 100 a R$ 120 reais. A produção é toda vendida em São Paulo e segundo consta, somente em Mombuca a flor ainda é cultivada, pois em Lins a planta não há mais cultivo. “A ideia é preparar pratos prontos, pois brasileiros não sabem como preparar a raiz. Estou lançando a ideia de formar uma cooperativa aqui em Mombuca”.
A Flor de Lótus, de acordo Takagi, embora seja de uma beleza ímpar,é muitas vezes utilizada nos arranjos chamados de ikebana, mas não é comercializada, pois dura apenas três dias. Mas nesses três dias dão um show à parte: elas abrem pela manhã e se fecham à noite. As cores variam entre o branco e tons de rosa. Uma festa para os olhos! Tanto que muitas pessoas vem de outras regiões como São Paulo para verem as flores quando estas desabrocham, geralmente em janeiro.
O produtor ainda informa que a Flor de Lótus é a mais conhecida como a flor do Buda que sempre aparece sentado numa dessas flores

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