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Médicos do ICESP dizem ter seguido protocolos com a fosfoetanolamina

Na audiência, os deputados ouviram as médicas pesquisadoras do ICESP,Maria Del Pilar Estevez Diz e Milena Perez Mak; além da enfermeira Juliana Guimarâes. Elas atuaram sob a coordenação do professor Paulo Hoff e afirmaram que tinham conhecimento do protocolo que deveriam seguir, o que foi cumprido. As pesquisadoras do ICESP esclareceram ainda que estavam envolvidos […]

Objetivo da pesquisa foi determinar a eficácia do medicamento no tratamento de câncer

 O professor Gilberto Chierice conseguiu sintetizar a substância em laboratórioO deputado estadual Roberto Massafera presidiu, nessa quarta-feira (13), a sessão da CPI da Fosfoetanolomina sintética, a chamada pílula anticâncer. Médicos do ICESP (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) garantiram os testes clínicos com a substância seguiram os protocolos científicos acordados.

Na audiência, os deputados ouviram as médicas pesquisadoras do ICESP,Maria Del Pilar Estevez Diz e Milena Perez Mak; além da enfermeira Juliana Guimarâes. Elas atuaram sob a coordenação do professor Paulo Hoff e afirmaram que tinham conhecimento do protocolo que deveriam seguir, o que foi cumprido.

Quanto à dosagem da fosfoetanolamina que deveria ser prescrita aos pacientes, elas afirmaram que seguiram as indicações do professor Gilberto Chierice. Pesquisador aposentado do Instituto de Química da USP de São Carlos, Chierice trabalhou com a fosfoetanolamina ao longo de sua carreira e conseguiu sintetizá-la em laboratório.

As pesquisadoras do ICESP esclareceram ainda que estavam envolvidos nos testes clínicos 7 pacientes para cada um dos 10 tipos diferentes de tumores estudados. Quando eles foram suspensos em março deste ano, a substância não teria apresentado respostas positivas que justificassem o prosseguimento das pesquisas.

O deputado Roberto Massafera avaliou que os depoimentos foram úteis para as investigações que a CPI realiza. Ele afirmou que a CPI ainda vai se reunir na próxima semana para novas oitivas.

A CPI da Fosfoetanolamina foi constituída pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para investigar se houve falhas no cumprimento dos protocolos científicos de testes realizados pelo ICESP e acordados com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a Secretaria de Estado da Saúde. O objetivo da pesquisa era determinar a eficácia da fosfoetanolamina no tratamento de câncer.

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