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Gilmar Mendes, o judas brasileiro

Foi criado um abaixo-assinado na internet que pede o impeachment de Gilmar Mendes e de seus dois outros ministros. A petição pública já contava com mais de 300 mil assinaturas. Gilmar Mendes foi também denunciado de advogar causas da Odebrecht e da Jbs e agora deu o voto minerva pela não cassação da chapa Dilma […]

“Espionagem seria própria de ditadura”, disse Cármem Lúcia

Após a decisão, no mínimo estapafúrdia, dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski de soltar o ex-líder petista José Dirceu, a população resolveu se rebelar e mostrar toda sua indignação com os desmandos dos nossos “senhores da lei”.

Foi criado um abaixo-assinado na internet que pede o impeachment de Gilmar Mendes e de seus dois outros ministros. A petição pública já contava com mais de 300 mil assinaturas. Gilmar Mendes foi também denunciado de advogar causas da Odebrecht e da Jbs e agora deu o voto minerva pela não cassação da chapa Dilma Temer. Mediante tudo o que relatado pelo Herman Benjamin, a credibilidade de Temer que era baixa ficou inteiramente afetada. Os ministros (4) que foram favoráveis a permanência de Temer na presidência e de preservar os direitos políticos de Dilma viraram chacota nacional.

Espionagem

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, reagiu duramente diante da informação, publicada pela revista “Veja”, de que o ministro da Corte Edson Fachin, relator da operação Lava-Jato, estaria sendo espionado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) a pedido do presidente Michel Temer. Por meio de nota, Cármen Lúcia considerou a ação “gravíssimo crime”. Para a ministra, a suposta espionagem seria “própria de ditaduras” e deve ser penalmente apurada e os responsáveis, “exemplarmente processados”.

Segundo interlocutores da ministra, o presidente Michel Temer telefonou para ela após a divulgação da notícia, negando as informações publicadas. Temer afirmou à Cármen Lúcia que não havia mandado investigar ninguém. Antes, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, já havia ligado para a ministra negando os fatos. Ainda assim, Cármen Lúcia decidiu emitir a nota em repúdio à suposta iniciativa:

“É inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal, contra a Democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes. Própria de ditaduras, como é esta prática, contrária à vida livre de toda pessoa, mais gravosa é ela se voltada contra a responsável atuação de um juiz, sendo absolutamente inaceitável numa República Democrática, pelo que tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente”, diz a ministra.

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