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É hora de o país voltar a andar



Setores que tiveram prejuízo com desabastecimento devem levar cerca de três meses para voltar ao normal

É hora de o país voltar a andar

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Da redação

A paralisação nacional dos caminhoneiros, embora pacífica e necessária para a categoria, deixa um rastro de desabastecimento em todos os setores.
Os combustíveis sumiram das bombas e já há casos de roubos de tanques de carros e prefeituras da região já reduziram seus serviços por não terem como rodar. Nessa segunda-feira (28), um caminhão de combustível foi liberado para a prefeitura de Araraquara, para que os serviços essenciais possam fluir dentro da normalidade que a situação exige.

Banca de frutas vazia

Nos supermercados o estoque já vem baixando e os preços de alguns produtos subiram vertiginosamente e, em alguns locais há tomates sendo vendidos a R$ 11,00 o quilo, batata e cenoura seguem a mesma lista, o mamão, que vem de fora do estado para abastecer a região, sumiu das prateleiras, entre outras frutas, verduras e legumes.
A reportagem entrou em contato com o comprador de um varejão na cidade que afirma que uma caixa de abobrinha é vendida em menos de duas horas, diz também que deixará que falte alguns produtos nesse momento, pois se recusa a pagar o triplo do preço por um saco de batatas ou uma caixa de tomates, “não é possível querer se aproveitar das pessoas nesse momento tão delicado que enfrentamos”, afirmou o comprador.
Embora a maioria da população apoie a paralisação, pois sente a necessidade de resolver todos os problemas do país de uma vez só, ainda não se atentou para o fato de que, para que o país voltar a normalidade, vai levar ainda uns três meses. Já há frangos mortos nas granjas por falta de ração e não há nem mesmo espaço para enterrar, até sair a próxima cria, levará meses. A criação de porcos, até chegar ao peso de abate, o mercado ficará desabastecido e com preços acima da média.
O governo afirmou, nessa segunda-feira (28), que pode ter que aumentar tributos para compensar uma parte da despesa que terá com a redução no valor do diesel que foi anunciada para tentar pôr fim à greve dos caminhoneiros.
Embora o povo, mesmo desabastecido, não queira que os caminhoneiros coloquem um fim na paralisação, é necessário que a vida do brasileiro volte ao normal para que se coloquem as pautas em discussão para que o povo se mobilize e saia às ruas para lutar por suas próprias causas. Os caminhões não conseguirão colocar como cargas todos os problemas que o Brasil precisa resolver. #caminhoneiroslivres

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