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Cidade capacita profissionais da saúde contra o sarampo

Médica de Saúde Comunitária do Jardim das Hortências, Adriana Ventura, ressalta importância da vacina para combater doença

Cidade capacita profissionais da saúde contra o sarampo

Embora Araraquara não tenha registrado nenhum caso de sarampo, ao contrário de algumas cidades do Estado de São Paulo, médicos e unidades da rede municipal de Saúde estão passando por processos de capacitação para identificar casos suspeitos.

O sarampo é potencialmente evitável, conforme disse na quinta-feira (15) a médica de Saúde Comunitária do Jardim das Hortências, Adriana Aveiro Ventura, em entrevista ao programa “Canal Direto com a Prefeitura”, que vai ao ar de segunda a sexta, às 18h30, via Facebook da Prefeitura.

“Existe a vacina, segura e eficaz, que pode evitar casos de sarampo”, reiterou a médica, ao explicar que também há na rede de saúde uma busca ativa pelas pessoas da cidade que ainda não foram vacinadas.

Vale ressaltar que a vacinação de rotina contra o sarampo é feita em crianças a partir do primeiro ano de vida, com a aplicação da tríplice viral, que protege também contra rubéola e caxumba. Já um segundo reforço é aplicado aos 15 meses de vida do bebê, com a tetraviral que inclui a vacina contra a varicela.

Ainda de acordo com a médica de Saúde Comunitária do Hortências, a vacina contra o sarampo é recomendada para toda a população, com duas doses entre os 7 anos e 29 anos de idade, e mais uma dose dos 30 aos 59 anos.

O Estado de São Paulo já enfrentou outra crise de sarampo, entre os anos de 1997 e 1999, quando também foram feitas campanhas de vacinação contra a doença.

E quem não tomou nenhuma dose durante aquelas campanhas, há 30 anos, deve tomar as duas doses agora, principalmente se atua na área da Saúde, ou não lembra se já tomou.

“Só não devem tomar as vacinas pessoas com doenças graves, como câncer, ou as que tomam medicamentos contra imunidades”, indicou Adriana Aveiro.

Principais sintomas

Ainda segundo a médica da Prefeitura, sarampo é uma doença viral, cujo principal sintoma é febre alta e o surgimento de um “vermelhão” pelo corpo, após alguns dias. Também a pele engrossa é há sintomas catarrais, com tosse, olhos vermelhos e escorrimento pelo nariz.

“O problema é que, quando a pessoa procura pelo posto de saúde, já está transmitindo a doença há pelo menos seis dias. Por isso, ela tem que ser isolada para evitar essa transmissão, que é muito rápida,  tanto que uma única pessoa pode transmitir sarampo para outras 18”, alertou Adriana.

Quando surge um caso suspeito, também é feito um bloqueio da doença através da vacinação de todos os contatos da pessoa.

Ainda vale ressaltar que o sarampo pode levar à morte, principalmente se for uma criança desnutrida. Também pode ser fatal para pessoas que tenham uma doença grave.

A referência para tratamento de sarampo em Araraquara é o Sesa  (Serviço Especial de Saúde de Araraquara).

 

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