Selecione a página

Beto Pela Fé: à espera da Tocha

Escolhido para ser um dos condutores da Chama Olímpica, ultramaratonista araraquarense já vive ansiedade pelo momento histórico O ultramaratonista araraquarense José Alberto de Mattos Marques, o Beto Pela Fé, já vive a ansiedade pela espera de um momento que será histórico em sua vida e também para o esporte de Araraquara. O atleta de 52 […]

Escolhido para ser um dos condutores da Chama Olímpica, ultramaratonista araraquarense já vive ansiedade pelo momento histórico

O ultramaratonista araraquarense José Alberto de Mattos Marques, o Beto Pela Fé, já vive a ansiedade pela espera de um momento que será histórico em sua vida e também para o esporte de Araraquara. O atleta de 52 anos foi um dos escolhidos para conduzir a Tocha Olímpica no evento de revezamento que passará pela cidade no dia 18 de julho.

Beto não se contém de tanta empolgação. Tanto que já providenciou uma faixa feita especialmente para divulgar o momento. “Já pesquisei toda a história da Tocha Olímpica e vi que as pessoas que são escolhidas para ser as condutoras têm a missão de levar as boas novas, uma espécie de embaixadoras do maior momento do esporte mundial. E é isso que farei. Sairei correndo pelas ruas com a faixa, levando as boas notícias e divulgando esse momento que ficará marcado para sempre”, conta.
Acostumado a colecionar conquistas em provas de longos percursos, o ultramaratonista destaca que já reparou que muitos araraquarenses também já vivem o clima olímpico. “Muitas pessoas me param nas ruas para saberem mais detalhes dessa passagem da Tocha pela cidade. Certamente será uma grande festa”, completa.

Após conduzir a Tocha, Beto Pela Fé voltará ao seu planejamento visando a realização da corrida ‘Motivos para Correr’, que prestará homenagem aos 199 anos de Araraquara no dia 22 de agosto, quando ele e seus amigos darão 199 voltas em torno do Praça do Parque Infantil, no Centro da cidade.

História da Tocha
A Tocha Olímpica é um importante símbolo das Olimpíadas. Comemorando o roubo do fogo do deus grego Zeus por Prometeus, sua origem reside na Grécia Antiga, onde o fogo era mantido por toda a celebração nos Jogos Olímpicos da Antiguidade. A Tocha Olímpica, com seu significado ancestral, foi reintroduzida nos Jogos Olímpicos de 1928, e faz parte das Olimpíadas Modernas desde então. O percurso da Tocha Olímpica foi introduzido nos Jogos Olímpicos de Berlim 1936.

Atualmente, a Tocha Olímpica é acesa vários meses antes da Olimpíada no local dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, em Olímpia na Grécia. Onze mulheres, representando o papel de sacerdotisas, realizam uma cerimônia na qual a Tocha Olímpica é acendida pela luz do sol com seus raios concentrados por um espelho parabólico.

O revezamento da Tocha Olímpica termina um dia antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. No Brasil, ao final da viagem, a Tocha terá passado por 329 cidades e conduzida por 12 mil pessoas homenageadas. A última pessoa a levar a tocha é tradicionalmente mantida em segredo até o último momento e geralmente é uma celebridade esportiva do país anfitrião. No Brasil, o nome mais cotado é o do rei do futebol Pelé. A pessoa homenageada corre até a pira, geralmente colocada no topo de uma grande escadaria, e então a acende com a Chama Olímpica. Depois disso, o fogo queima na pira até ser apagado na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos.

Últimos Vídeos

Carregando...

Charge

Publicidade

Publicidade

Arquivos

Publicidade