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Sífilis tem crescimento alarmante no país



Araraquara também registra crescentes números da doença

Sífilis tem crescimento alarmante no país

Da redação

O Brasil vive um período de aumento dos casos de sífilis nos últimos anos. Dados do Ministério da Saúde apontam que entre os anos de 2014 e 2015, a sífilis adquirida teve um aumento de 32,7%, a doença em gestantes 20,9% e congênita, de 19%. Em 2015, o número total de casos notificados de sífilis adquirida no Brasil foi de 65.878.
Situação epidemiológica no ano de 2016, quando foram notificados 87.593 casos de sífilis adquirida, 37.436 casos de sífilis em gestantes e 20.474 casos de sífilis congênita – entre eles, 185 óbitos – no Brasil. A maior proporção dos casos foi notificada na região Sudeste. Quando observadas as taxas, individualmente para cada estado, destacam-se as elevadas taxas de sífilis em gestantes encontradas no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Em relação à sífilis congênita, os três primeiros estados supracitados permanecem em evidência, ao lado do estado de Pernambuco.

Os testes da doença podem ser feitos na rede pública de saúde

Araraquara

A secretária municipal da Saúde, Eliana Honain, abordou durante audiência pública na Câmara Municipal que, entre outros temas, o elevado número e crescente de casos de sífilis na cidade. Somente nesse período dos quatro primeiros meses do ano, foram 20 registros (16 homens e quatro mulheres).

No período de 2010 a junho de 2017, foram notificados no Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), um total de 342.531 casos de sífilis adquirida, dos quais 59,2% ocorreram na Região Sudeste.

A incidência de outras doenças sexualmente transmissíveis também aumentou, já que o fator em comum entre elas continua o mesmo: a falta de camisinha nas relações sexuais.
No mundo inteiro, a tendência é de aumento das doenças sexualmente transmissíveis porque as pessoas não estão usando preservativos. Pesquisas tentam investigar o porquê disso. Já se sabe que a utilização da camisinha nas relações sexuais é de menos de 40%. E nem sempre se consegue medir os dados que são, muitas vezes, baseados na percepção dos próprios médicos.

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