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Quadrilha explode empresa de valores e troca tiros com a PM em Ribeirão Preto

Um assaltante morreu durante o ataque a Brink’s, na madrugada dessa segunda-feira (29)

Quadrilha explode empresa de valores e troca tiros com a PM em Ribeirão Preto

Uma empresa de transporte de valores foi alvo de uma quadrilha fortemente armada na madrugada dessa segunda-feira (29) no bairro Lagoinha, Zona Leste de Ribeirão Preto. Um bandido morreu durante o tiroteio entre assaltantes e policiais militares que durou cerca de duas horas.

Segundo o apurado, o dinheiro não foi levado. Nenhum policial se feriu na ação. As primeiras explosões na Brink’s foram registradas por volta de 3h. A quadrilha rendeu o frentista de um posto de combustível vizinho da empresa de transporte de valores, que foi mantido refém durante toda a ação. Em seguida, os ladrões iniciaram as cerca de 9 explosões.

A PM informou que o grupo explodiu o muro entre o posto de combustível e a Brink’s. Em seguida, os carros-fortes estacionados no pátio também foram detonados. O muro da empresa também ficou destruído.

Uma intensa troca de tiros aconteceu entre a PM e os ladrões, que estavam espalhados pelas ruas do bairro Lagoinha.

“A polícia conseguiu fazer o cerco, esses bandidos tiveram que abortar, não conseguiram concluir. Algumas explosões aconteceram, mas não conseguiram levar dinheiro nenhum”, disse o major da PM Fábio Ernesto Tasso, subcomandante do 3º Batalhão de Polícia Militar do Interior.

Os PMs tiveram dificuldade em avançar com o cerco pelas ruas nas imediações, uma vez que a quadrilha armada com fuzis se dividiu em pequenos grupos para impedir a aproximação. Apesar da chegada da PM ao local, os criminosos ainda fizeram mais quatro explosões.

Na fuga, os ladrões foram perseguidos pela PM. Um suspeito de participar do ataque morreu baleado na Avenida Presidente Kennedy. Outros dois foram presos ainda na cidade e um terceiro, ferido, foi preso em Serra Azul.

Cinco carros usados pela quadrilha foram apreendidos em um canavial entre Serrana e Serra Azul. Dentro deles havia explosivo e o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), de São Paulo, foi acionado para desativar o material.

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